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Posts Tagged ‘Educação Ambiental’


São na verdade plantas insetívoras , pois capturam insetos. Mas qual é a razão destas plantas fazerem isso ? Vamos ver?

Imagine que você é um inseto e vê uma planta com umas gotinhas muito bonitas, que parecem alimento , perecem mel… Você será atraído(a) para lá, mas não sabe que as gotinhas são grudentas e irão lhe capturar. As folhas se fecharão em cima de você e, então, será digerido bem devagar. Filme de terror ? Talvez, para alguns insetos sim.

As plantas insetívoras fabricam seu próprio alimento pela fotossíntese ( são autotróficas), no entanto o solo onde essas plantas ocorrem não possui nutrientes que suprem todas as necessidades. Estes solos são, em sua maioria, pobres em nitrogênio. E as plantas insetívoras capturam insetos para ter esses nutrientes.

Essas plantas são pequenas, ao contrário que todos pensam a maioria tem 15 cm de altura. As maiores podem alcançar 2 m de altura, mas não engolem pessoas. São conhecidas cerca de 450 espécies de insetívoras, que apreciam lugares úmidos e terrenos pantanosos.

O processo de captura pode variar de espécie para espécie. A dionéia (olhe a foto acima) captura insetos do jeito que expliquei no início. Outra espécie drosera , somente deixa o inseto ser atraído pelas gotinhas que o prende como uma cola. ( Veja figura abaixo)

Outros grupos, como asnepentessarracênias, têm na extremidade da folha uma grande urna que se enche de uma substância líquida. Quando o inseto vai beber esse líquido, fica preso na urna onde é digerido.

Conheça alguns grupos :

  • Nepenthes (Nepenthaceae) – originárias de Madagascar, Índia, Austrália e Sudeste Asiático.
  • Dionaeas (Droseraceae) – popularmente conhecidas como “papa-moscas”, são facilmente encontradas nos EUA e no México.
  • Drosera (Droseraceae) – gênero muito comum no Brasil, principalmente em São Paulo, Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
  • Sarracenia (Sarraceneaceae) – são encontradas no leste dos EUA, em regiões pantanosas.
  • Utricularia (Lentibulariaceae) – existem várias espécies difundidas por todo o território brasileiro. A espécie mais comum é conhecida como boca-de-leão ou violeta-do-brejo.

Agora, você conhece melhor essas plantas estranhas  e curiosas.

 

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Tem muita coisa a ser discutida aí nessa revisão, pois não tive orientação, não tive muito material, eu não tinha acesso ao Periódicos CAPES, não me deram recurso nenhum, só 1 amigo me abriu a Merck no domingo pra me dar alguns artigos de revistas e jornais sobre agente laranja e outros…

Portanto, quem tiver mais elementos sobre, por favor, tragam…

Hoje, sei um pouco mais sobre a classe das dioxinas, mas na época foi isso que pude produzir:

Essa monografia, foi uma revisao bibliografica dentro do que foi possivel se pesquisar, ainda tenho as copias dos artigos em maos, que foram adiquiridos atraves de arduas pesquisas e contra tudo e contra todos, na Biblioteca do IQ da UFRJ, alem de Biblioteca Central de Manguinhos, junto a ETFQ – RJ e algumas colegas da UERJ, foi o que pudemos vir a fazer.
Agradecendo a alguns amigos, hj publico na internet a minha singela contribuiçao que ainda nem pode ser realmente avaliada e publicada, pois nos 3 fizemos sozinhas esse trabalho e enviamos ao CRQ III, na epoca do concurso de monografias a anos atras.
Captaçao de artigos e material de pesquisa, como base de dados, Cristiane Ienaga e Cristiana Passinato.
Pesquisa bibliografica, traduçoes e composiçao, diagramaçao e confecçao de textos, Cristiana Passinato.
Revisao ortografica e editorial, Cristiana Passinato e Vanessa Rocha.

Autores:

Cristiana de Barcellos Passinato1, 3 , Cristiane Ienaga2 e Vanessa Rocha Campos1

1. Graduação em Licenciatura em Química do Instituto de Química da Universidade Estadual do Rio de Janeiro(IQ-UERJ).

2. Graduação em Engenharia Química do Instituto de Química da Universidade Estadual do Rio de Janeiro(IQ-UERJ).

3. Estudante do Curso Especial de Técnico em Química da Escola Técnica Federal de Química(ETFQ- RJ).

MONOGRAFIA:

AS DIOXINAS NO IMPACTO AMBIENTAL

RIO DE JANEIRO, 24 DE MAIO DE 1996.

MONOGRAFIA APRESENTADA À COMISSÃO JULGADORA DO CONCURSO DE MONOGRAFIAS PRÊMIO DIA NACIONAL DO QUÍMICO NO CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA 3a REGIÃO ESPÍRITO SANTO E RIO DE JANEIRO.

RIO DE JANEIRO, 24 DE MAIO DE 1996.

AGRADECIMENTOS

– Às bibliotecas e aos laboratórios dos Departamento de Química da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro(PUC-RJ) e Instituto de Química da Universidade do Estado do Rio de Janeiro(IQ-UFRJ), que dispuseram seu acervo bibliográfico.

– A direção e aos membros do Departamento de Desenvolvimento e Ensino-DDE, a biblioteca e direção da Escola Técnica Federal de Química do Rio de Janeiro-ETFQ-RJ.

– Ao Centro de Informações Tóxico-Farmacológicas do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro(CIT-UFRJ).

– Ao Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas-Centro de Infomação Científica e Tecnológica-Fundação Oswaldo Cruz(SINITOX-CICT-FIOCRUZ).

– Ao Departamento de Química Orgânica do Instituto de Química da Universidade do Estado do Rio de Janeiro(DQO-IQ-UERJ).

– Ao Departamento de Segurança da Merck, dispondo de seu programa S. O. S-Segurança, em especial a Yukihiro Ienaga.

– Aos funcionários e membros do Conselho Regional de Química-3a Região (CRQ-III Região).

– Aos nossos pais, familiares e amigos que incentivaram, financiaram e ajudaram em nossas pesquisas.

Dedica-se esta monografia às minhas orientadoras; profas

Maria Júlia Ribeiro da Silva e Florinda do Nascimento Cersosimo.

ÍNDICE

OBJETIVO 7

INTRODUÇÃO 9

CAPÍTULO 1 – FUNDAMENTOS TEÓRICOS

1.1 – HISTÓRICO DA SEGURANÇA 11

1.2 – TÓPICOS DE SEGURANÇA 12

1.2.1 – EFEITOS TÓXICOS ESPECIAIS 12

1.2.2 – ANTECEDENTES GERAIS 13

1.2.3 – LIMITES DE TOLERÂNCIA 14

1.2.4 – CONCEITOS IMPORTANTES 16

1.3 – CARACTERÍSTICAS DAS DIOXINAS 17

1.3.1 – FISICOQUÍMICAS 17

1.3.2 – TOXICOFARMACOLÓGICAS 17

1.3.3 – QUÍMICAS 19

CAPÍTULO 2 – PARTE DA PESQUISA

2.1 – RELATOS SOBRE A DIOXINA 21

2.1.1 – CASOS RELATADOS 21

2.1.2 – CASOS PESQUISADOS 23

CONCLUSÃO

3.1 – PERSPECTIVAS PARA TRABALHOS FUTUROS 29

3.2 – CONSIDERAÇÃO GERAL 30

ANEXOS

I – TABELAS 33

II – FIGURAS 37

III – APÊNDICE 39

APÊNDICE – 01 39

OBJETIVO

O objetivo deste trabalho foi estudar a toxicidade e a importância dos efeitos da classe das dioxinas. Selecionou-se artigos e conceitos, num universo de problemas no contexto da segurança(empírico no assunto de destaque), que foram estudados por químicos nas últimas quatro décadas.

A finalidade desse conhecimento foi direcionada para uma espécie de alerta aos químicos brasileiros-classe esteriotipadamente rotulada como poluidores ambientais-não se esquecerem da validade de suas vidas e gerações futuras.

Dentre os artigos analisados, observou-se que apenas 25% tratavam de estudos na área da química, além disso, nenhum deles tem seus autores e/ou instituições brasileiros.

Isso demonstra que no Brasil o assunto pouco evoluiu. Em contrapartida os químicos brasileiros fizeram todo um estudo no qual pode-se ter como base e modelo-para qualquer outro país-a legislação que vigora no Ministério do Trabalho, que se aplica às questões ambientais, como se vê no texto adiante.

INTRODUÇÃO

Pode-se dizer que a dioxina-segundo estudiosos nas áreas da toxicologia, meio ambiente, entre outros campos-é uma das substâncias de maior deterioração biológica e natural, ultrapassando até a família dos compostos e/ou átomos radioativos como por exemplo: urânio e plutônio. São mais de 200 tipos de dioxinas que estão com sua atuação fora do alcance do homem. Elas estão numa grande variedade de produtos industrializados que atendem as necessidades de uma sociedade altamente consumista. Também são sub-produtos de processos como: branqueamento do papel, incineração de lixo, queima de PVC(policloreto de vinila) e agrotóxicos. Neste sentido ocorre causando conseqüências ambientais e conseqüentemente atingindo o homem, eliminando sua imunologia, produzindo diversos tipos de câncer e até a teratogenia(capacidade de produzir seres com aspectos monstruosos).

Quando ainda não conhecida, a dioxina já alastrava suas atuações: contaminação de operários nos EUA e na Alemanha, nas armas de guerra no Vietnã(servem como ilustrações: agente laranja, com as dioxinas ocultas nas moléculas de ácido acético), em Seveso, na Itália, 1976(quando a substância foi nomeada), em Baden-Württemberg, na Alemanha. Estes são alguns casos classificados pelos autores como “ultra-envenenamento concentrado”.

As dioxinas são lançadas em: rios, mares, solos e no ar e podem abrigar-se por décadas em tecidos adiposos. ”…São detritos de um modelo industrial e de consumo que produzem bens, porém ignora o conteúdo e destino do lixo. Um sistema que, enfim, viabiliza-se na mesma proporção que agride o meio ambiente do qual o ser humano decididamente não pode ser subtraído. Não há meios de combater as dioxinas, mas é possível inibir seus processos de formação, como vem sendo feito em alguns países do Hemisfério Norte…” Dioxina: o derradeiro alerta.(Revista Proteção, Brasil, Vol. 3, no 11, p.36-49, 1990).

CAPÍTULO 1 – FUNDAMENTOS TEÓRICOS

1. 1 – Histórico da Segurança

A segurança é mais antiga do que vem sendo citada. Logo, uma revisão dos documentos históricos relacionados com o assunto permitirá observar muitas referências aos riscos. Encontrou-se depoimentos que datam quatro séculos Antes de Cristo(A. C.) como envenenamentos advindos do manuseio dos compostos de enxofre e zinco.

Em 1697, sob autoria de Paracelso, surgiu a primeira monografia sobre os tipos de contaminação que o homem sofreu. Destaca-se que, em relação à intoxicação pelo mercúrio, foram por ele assinados os principais sintomas da doença ligada a este tipo de exposição.

Entre 1760 e 1830, ocorreu na Inglaterra a Revolução Industrial, marco inicial da industrialização moderna, que teve sua origem com aparecimento da primeira máquina de fiar. Com isto, apontou-se o começo da história da sociedade de consumo que não se responsabilizava pelos prejuízos causados à Natureza e nem a ela própria.

Até o aparecimento das máquinas de fiar e tecelagem, o artesão fora dono dos seus meios de produção. Com a dificuldade econômica atingida pela classe, vieram se empregar nas fábricas pioneiras que surgiram e hoje são rotuladas como poluidoras. O trabalho era executado sem proteção, em ambientes fechados, com pouca ventilação, com ruído atingindo níveis altos e a inexistência de limites de horas de trabalho. Esses fatores contribuíram para elevados números de acidentes e moléstias.

Nas últimas décadas, as indústrias química e de processos vêm apresentando perigos inerentes as suas atividades. São alguns casos como: a utilização de produtos inflamáveis, explosivos, corrosivos e tóxicos que, eventualmente, podem provocar explosões, incêndios e dispersões tóxicas com graves conseqüências. Tais situações notabilizam-se pela repercussão a nível mundial. Nas duas últimas décadas, graças aos meios de comunicação, ganharam notoriedade pública, estimulando às empresas para tratarem de maneira objetiva a periculosidade nas instalações.

Como se observa a segurança é ampla, logo, resolveu-se citar uma situação atual, onde se discute os diversos preâmbulos em questão.

Adotou-se como ponto de partida a Dioxina. Tabelou-se os principais acidentes com esta classe de compostos.(vide Tab. 01)

1. 2 – Tópicos de Segurança

1. 2. 1 – Efeitos Tóxicos Especiais

O manejo de produtos químicos resulta em vários efeitos à saúde. Sendo necessários cumprimento de medidas gerais de precaução(produtos químicos com este potencial de perigo, estão caracterizados conforme as regulamentações legais).

Dependendo do tipo de dano causado à saúde, pode-se distinguir os seguintes grupos de risco:

– Produtos Geradores de Câncer-Cancerígenos: o risco, peculiar dos produtos cancerígenos, geralmente vem do transcorrer do tempo de latência prolongada entre a exposição e a aparição de um sintoma visível, de tal forma que, por menor que seja, deixa-se reconhecer a relação entre a causa e o efeito. Estas substâncias podem produzir nas pessoas(e em cobaias) a aparição de tumores malígnos ou de leucemia. Entre o tempo de incidência e aparição da sintomatologia podem-se passar anos.

– Produtos que Prejudicam o Desenvolvimento Embrionário-Teratogênicos: A ação destas substâncias podem levar a má formação embrionária. Se durante a gravidez houver possibilidade de efeitos desta natureza serão necessárias precauções no uso de produtos químicos, sob pena das conseqüências serem diretamente repercutidas nas futuras gerações.

– Produtos que Causam Troca Genética Hereditária-Mutagênicos: estas substâncias têm propriedades que provocam câmbios do conteúdo da informação genética(mutações). Estas variações podem ser tanto a nível dos gens como também dos cromossomos. As mutações desta natureza prejudicam na formação das gerações sucessoras, eventualmente, nas primeiras, depois nas tardias. Neste contexto mostra-se também o risco de se ocasionar câncer nos brônquios, por inalação do fumo, assim como em não fumantes, por inalarem a fumaça dos cigarros.

1. 2. 2 – Antecedentes Gerais

Os diversos agentes químicos que podem poluir um local e entrar em contato com organismo, podem apresentar ação localizada ao serem distribuídos nos diferentes órgãos e tecidos, levados pelos fluidos internos(sangue, por exemplo) produzindo ação generalizada.

As vias de ingresso no organismo podem ser:

– Inalação: é a principal via de absorção de tóxicos, já que a superfície dos alvéolos pulmonares representam, no Homem adulto, entre 80 e 90 m2. Esta grande superfície facilita a absorção de gases e vapores, que podem passar ao sangue, para serem distribuídas para outras regiões do organismo. Também considerando o consumo de ar sendo de 10 a 20 Kg diários, dependendo do esforço físico realizado, concluí-se que mais de 90% das intoxicações generalizadas são provenientes da inalação de agentes químicos tóxicos.

– Absorção cutânea: quando uma substância tóxica entra em contato com a epiderme, pode ocorrer que:

A. A pele e a gordura protetora podem servir como barreira efetiva.

B. A substância pode se combinar com as proteínas da pele e provocar sensibilidade.

C. Pode ocasionar irritações primárias.

D. O agente pode penetrar através dela, atingir o sangue e atuar como tóxico generalizado. Por exemplo: o ácido cianídrico, mercúrio, chumbo tetraetila(usado nas gasolinas como antidetonante), alguns defensivos agrícolas que são substâncias que podem causar ação generalizada.

– Ingestão: representa uma via secundária de ingresso de tóxicos no organismo, por geralmente não se ingerir produtos químicos de certa toxicidade. Isto pode acontecer de forma acidental ou engolindo partículas que podem ficar retidas na parte superior do trato respiratório ou inalando substâncias em forma de pó ou fumo. Além do exposto, considera-se que o aparelho digestivo seleciona os materiais úteis ao organismo, e rejeita os que não lhe serve.

1. 2. 3 – Limites de Tolerância

Para que agentes químicos causem danos à saúde, é necessário que se encontrem acima da concentração que o organismo tolera. Com tempo e exposição nesta intensidade, sua atuação passa a ser considerada nociva ao ser humano. É importante que se faça uma avaliação quantitativa do agente e do tempo real de exposição do indivíduo.

O conceito de Limite de Tolerância está ligado àquelas concentrações dos agentes químicos ou intensidades dos agentes físicos presentes no ambiente, sob os quais os contaminados ficam expostos durante toda sua vida, sem sofrer efeitos adversos à saúde. Seu objetivo é garantir a proteção da saúde principalmente a ocupacional, onde seu caráter não é absoluto, dependendo dos conhecimentos em dado momento.

Estes dados são baseados na melhor informação disponível proveniente da experiência industrial e de estudos experimentais com animais. Podem sofrer alterações com o tempo, dependendo se os dados não estiverem satisfatórios dentro do seu alvo. Normalmente são utilizados em análise de riscos industriais, podendo também ser aplicados em outras áreas.

No Brasil, até o ano de 1978, tínha-se tabelas de Limite de Tolerância para substâncias químicas. A portaria 491, de 16 de setembro de 1965, legislação vigente até 1978, determinava os trabalhos insalubres, baseando – se apenas no aspecto qualitativo do agente.

No caso da segurança do trabalho, atualmente está em vigor a portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho, que fixa limites de tolerância-padrões também para estudos do Ministério da Saúde sobre riscos ambientais que afetam ao Homem e outros tipos de organismos – para as substâncias químicas, através de anexos nos 11 e 12 de sua Norma Regulamentadora(NR)-”Atividades e Operações Insalubres”(vide apêndice).

Esta foi uma meta alcançada pelo país, no tocante da saúde ocupacional, possibilitando equipar-se, hoje, as grandes nações do mundo, que têm se preocupado com as preservações físicas de seus trabalhadores e do meio ambiente.

O conceito e o cálculo do Limite de Tolerância variam para cada país e isso ocorre pelas diversas variações nos aspectos social, econômico, humano, ambiental e até geográfico.

Os Limites de Tolerância do Brasil são semelhantes ao dos Estados Unidos da América(EUA), apresentando algumas variações, lembrando que isto se torna constante para outros países.(vide Tab. 02)

As substâncias químicas que são consideradas como agentes tóxicos, são subdivididos em classificações por grupo. São eles:

– Grupo I: substâncias de ação generalizada sobre o organismo.(vide Tab. 03)

– Grupo II: substâncias de ação generalizada sobre o organismo, podendo ser absorvidas, também, por via cutânea.(vide Tab. 04)

– Grupo III: substâncias de efeito extremamente rápido.(vide Tab. 05)

– Grupo IV: substâncias de efeito extremamente rápido e que podem ser absorvidas por via cutânea.(vide Tab. 06)

– Grupo V: asfixiantes simples.(vide Tab. 07)

– GrupoVI: poeiras minerais que são:

A. Asbestos, cujo Limite de Tolerância é de quatro fibras maiores que 5 mm/cm3.

B. Sílica livre cristalizada, que tem quatro Limites de Tolerância fixados, de acordo com o método utilizado para avaliação.

– Grupo VII: substâncias cancerígenas:

Tais substâncias podem ter um Limite de Tolerância assinalado, fazendo com que pertençam a um dos primeiros grupos. No caso de não ter um Limite de Tolerância adotado, nenhuma exposição ou contato deve ser permitido.

No primeiro caso, podemos dizer, exemplificando, todas as formas de asbestos, cujo Limite de Tolerância é de quatro fibras, 5mm de comprimento/centímetro cúbico(cc); o cloreto de vinila, cujo o Limite de Tolerância é de 156 ppm, valor teto.(vide Apêndice)

1. 2. 4 – Conceitos Importantes

A. Gás: é a substância que nas Condições Normais de Temperatura e Pressão(CNTP), estão no estado gasoso.

B. Vapor: é a fase gasosa de uma substância que nas CNTP, é líquida ou sólida.

A concentração dos vapores, a determinada temperatura, não pode aumentar indefinidamente. Existe um ponto de saturação(máximo), onde qualquer incremento de concentração o liquefaz ou solidifica.

Comparando-os com aerodispersóides, destaca-se que os gases não sedimentam nem aglomeram, chegam a sua divisão molecular e permanecem misturados com o ar, sem se separar.

A classificação fisiológica dos gases e vapores, em cima de como agem possuí três classificações:

– Irritantes: diferem-se pelos aspectos fisico-químicos, mas assemelham-se em um ponto: inflamam nos tecidos com os quais entram em contato direto, como a pele, o tecido conjuntivo e as vias respiratórias. Estas inflamações ocorrem somente em tecidos epiteliais, devido alteração dos processos vitais normais das células, que se manifestam por coagulação, desidratação, hidrólise e outros. O ponto de ação dos gases e vapores irritantes é determinado, principalmente por sua solubilidade. Um irritante gasoso, altamente solúvel em água, é absorvido pelo ar durante o processo respiratório pelo primeiro tecido úmido encontrado, com isto se separa do agente seguindo adiante, isto é, o irritante fica retido no nariz e na garganta e o ar que se abriga no pulmão já não contendo o contaminante.

– Anestésicos: também denominados como narcóticos, incluem parte dos compostos de uso industrial e doméstico. A maioria dos solventes orgânicos pertencem a esta classe. Têm ação depressiva sobre o sistema nervoso central. Este efeito aparece em exposição em altas concentrações, por períodos de curta duração. Mesmo em baixas, com seu uso contínuo, acarretam intoxicações sistêmicas.

– Asfixiantes: chama-se asfixia, o bloqueio dos processos vitais tissulares, causados por falta de oxigênio. A falta de oxigênio pode acarretar lesões definitivas do cérebro em poucos minutos. Denomina-se anoxia a deficiência na entrega de oxigênio aos tecidos do organismo.

– Aerodispersóides: são formados por dispersão de partículas sólidas ou líquidas no ar, de tamanho reduzido, que pode variar entre um limite superior, não bem definido, e que podemos fixar entre 100 e 200 m, até um limite inferior da ordem e 0,5 m, no caso das poeiras. Em aerosóis formados por condensação(fumo) , o tamanho da partícula varia, entre 0,5 e 0,001m. Pode-se distinguir entre os aerodispersóides: poeiras, fumos, névoas e neblinas.

1. 3 – Características das dioxinas

1. 3. 1 – Fisicoquímicas

A. Esses compostos existem nas formas de agulhas ou de cristais incolor a branco(Budavari, 1989; Lewis, 1992; Freeman, 1989).

B. Peso Molecular: 321,96(Budavari, 1989)

1. 3. 2 – Toxicofarmacológicas

A. Os mecanismos de ação são claros(Hatch & Stein, 1986). TCDD(tetraclorodibenzo-p-dioxina) é o isômero mais potente, acompanhado pelo dibenzofuranos, hexaclorobifenóis, e tetrabromonaftalenos.

B. Dioxinas tóxicas e compostos derivados consistem em dois ou mais anéis aromáticos numa configuração planar, com quatro halogênios laterais arranjados numa caixa retangular de 3×10 Å. Algum cloreto adicional pode estar presente e com isso a toxidade tende a decrescer proporcionalmente ao aumento da densidade molecular que interfere na ligação com o anel receptor.

C. A TCDD liga-se ao NAD(nicotinamina adenina nucleotídeo), aceptor intermediário dos hidrogênios no final do ciclo da respiração celular, e o resultado dessa ligação complexa-se com DNA(ácido disoxirribonucléico), que é responsável pelo armazenamento do código genético(Hannah et al, 1986). Isso é feito pelo NAD atuando como o complexante em conjunto com outra substância: o RNAt(ácido ribonucléico transportador) que leva o código genético para o núcleo celular e o transcodifica formando o RNAm (ácido ribonucléico mensageiro) , que se duplica, ou seja, constrói uma fita dupla constituída pelos nucleotídeos correspondentes a ele, enfim o DNA.

D. O NAD existe na forma polimórfica(gens alelos múltiplos). Essas sugestões são específicas a cada dioxina identificada, que pode não vir a ser diretamente a TCDD. Essa hipótese vem sendo testada em diferentes cobaias, cuja suscetibilidade da TCDD difere paralelamente a afinidade com NAD.(EPA, 1994 b)

E. Citocromos induzidos por TCDD são envolvidos no metabolismo e na ativação de algumas substâncias genotóxicas e carcinogênicas(onde o grau da possibilidade da formação de câncer é grande). A indutibilidade dos citocromos P450 1 AL é geneticamente controlada e polimórfica. É individual e em quem tiver maior indução cresce o risco de câncer no pulmão.(Rannug et al, 1995)

F. Os vários gens produzidos e induzidos pela TCDD, podem produzir efeitos secundários, ou seja, a troca de taxas hormonais em torno do chumbo para outras substituições fisiológicas.(EPA, 1994 b)

G. TCDD pode também induzir expressão de vários gens que produzem câncer, ambos metabolicamente e in vitro testados em ratos machos e camundongos(Matsuda et al, 1992; Puga et al, 1992; Tullis et al, 1992). Os gens que produzem tecidos cancerosos expressam que podem ser independentes da indução de citocromos e poderiam estar diretamente responsabilizados pelos efeitos carcinogênicos do TCDD.

H. A dioxina pode produzir cloridria – doença causada pela deficiência de suco gástrico(supostamente causada pelo consumo de íons cloreto para cloração dos anéis aromáticos das estruturas alojadas nas células das paredes estomacais) – é associada a patologia dérmica. Determinada pela hiperqueratinização da epiderme, por dentro do enlace da diferenciação terminal das células da epiderme basal. A regulagem do processo pelo menos em parte é de responsabilidade do NAD.(Osborne & Greenlee, 1985)

I. Fadiga oxidativa pode ser uma importante manifestação de intoxicações pela TCDD.

J. TCDD pode ser induzida pela formação de superóxidos em células que são levadas do peritônio(principalmente por macrofagia). Essa indução é parcialmente dependente do complexo NAD-TCDD.(Alsharif et al, 1994)

K. As dioxinas aparecem em inibição dependente de selênio dos rins, mas não a independente, com peróxido glutâmico, em camundongos. A dieta a base de selênio parece ser parcialmente provida dos efeitos tóxicos das dioxinas nessa espécie.(Hassan et al, 1985).

L. Dosagem de dioxina trocada no caminho do fator da necrose do tumor, pode ser um mecanismo para intoxicações agudas.(Taylor et al, 1992).

M. O NAD é também envolvido em dosagens imunotoxicológicos em ratos machos.(Harper et al, 1993)

1. 3. 3 – Químicas

– A dioxina vem de uma família numerosa de duzentos isômeros entre dioxinas e furanos.(vide Tab. 02)

– As PCDD(policlorodibenzo-p-dioxina) e os PCDF(policlorodibenzo-p-furanos), ou simplemente “dioxinas” e “furanos” respectivamente, são duas séries de compostos com ligações tricíclicas aromatizadas, involuntariamente sintetizadas de forma plana, com características físicas, biológicas, químicas e ultratóxicas semelhantes. Os átomos de cloro se ligam nestes compostos criando possibilidade de grande número de isômeros, setenta e cinco para dioxina e cento e trinta e cinco para os furanos. Estes isômeros, também chamados de congênicos são compostos derivados de uma mesma classe química, possuindo fórmula igual, porém com átomos em posições diferentes. Por exemplo, o grupo homólogo do TCDD tem vinte e dois isômeros. A posição do átomo de cloro(Cl) na molécula da sua especificidade, assinalada por números como os exemplos a seguir.

– A diferença entre dioxinas e furanos, como é demonstrado(vide Fig. 01) , é que a primeira, de moléculas fixas, apresenta dois oxigênios, contra um dos furanos. Estes, devido a sua estrutura têm mais possibilidade de giro, permitindo maior número de isômeros(vide Tab. 01). Em linhas gerais, pode-se dizer que as dioxinas têm maior toxicidade. Um exemplo prático de como se forma uma dioxina pode ser demonstrado na formação de uma molécula de triclorofenol. No início da síntese, ela é uma reação de fenol com cloro extraído através da eletricidade, da água do mar. Como demonstra a figura a seguir, duas moléculas reagem liberando ácido clorídrico, enquanto os anéis benzênicos se condensam formando as dioxinas.

CAPÍTULO 2 – PARTE DA PESQUISA

2. 1 – Relatos sobre Dioxina

2.1. 1 – Casos Relatados

A. Acidentes Individuais

N Três homens envolvidos na síntese da TCDD, desenvolveram cloridria, hiperpigmentação e taxa de colesterol alta por desprezarem as precauções apropriadas. Dois deles desenvolveram além de anorexia, dores de cabeça constantes e fadiga mesmo após dois anos(Oliver, 1975). Esse é o único caso de exposição a TCDD pura.

N Uma menina, de seis anos, brincando num Jockey de Missouri, pulverizou-se com um aerodispersóide contaminado por TCDD, agravando limitações e deficiências respiratórias já existentes. Apresentaram-se severas cistites hemorrágicas, e ainda mal funcionamento da aparelho gastro-intestinal. Amostras retiradas do solo deste lugar continham 31,8 à 33 ppm de TCDD.(Beale et al, 1977)

B. Acidentes em Massa

N Uma plantação produziu triclorofenol em Seveso na Itália, quando repentinamente foi super-aquecida em 10 de julho de 1976, criou-se uma nuvem de TCDD contendo 650 a 1700 gramas(35000 ppt) da substância. O nível mais alto encontrado em amostra de solos foi de 584 ppb(Reggiani, 1978). As conseqüências foram que os adultos e as crianças expostos ao aerodispersóide sentiram enjôos vermelhidão cutânea, e inchações. Outros danos como a cloridria com rápida e espontânea cura, além da não detecção subclínica periférica em anormalidades neurológicas e enzimáticas.

N Dois recentes episódios de “Yusho”(doença do óleo) envolveram óleo de arroz contaminado na prefeitura de Fukuoka, Japão, em 1968 e Yu-Cheng, Taiwan, em 1979(Hayes & Laws, 1991). Os contaminantes eram dioxinas e/ou derivados incluindo clorobenzofenóis, clorodibenzofuranos, e polifenil TCDD, formada pelo aquecimento dos clorobenzofenóis. Efeitos tóxicos mostraram-se divididos primeiramente para dibenzofuranos policlorados(Schecter et al, 1994) . Pelo menos 1788 pessoas adoeceram na “Yusho”. Características incluindo a cloridria, tiveram ampliação de hiperpigmentação, elevada taxa de soro triglicerídico, decrescimento da velocidade de condução das mensagens aos nervos sensoriais, excesso de produção de mucosa, e bronquites crônicas.(Hayes & Laws, 1991)

N Uma má-função elétrica num prédio industrial em Binghamptom, Nova York, causada pelo super-aquecimento de um transformador e a liberação 180 a 200 galões de um fluido do transformador composto de Aroflor® 1254 e tri-e tetracloridrato benzênico. O prédio inteiro foi contaminado e algumas centenas de trabalhadores foram expostos durante as operações de descontaminação. Amostras de fuligens contendo aproximadamente 5% de clorobenzofenóis, 2,2 ppm de PCDF’s, 20 ppm de PCDD’s e 50 ppm de bifenil clorados(Haye & Laws, 1991). Sinais e sintomas em indivíduos afetados, incluindo transientes: elevação da atividade enzimática e do grau de soro triglicerídico e da taxa de colesterol. Nesse caso não se detectaram casos de cloridria.

N Em 1947, trabalhadores se contaminaram com TCDD durante a produção de 2,4,5-triclorofenol no Oeste da Virgínia. Em várias vítimas apresentou-se presença da cloridria por um período de 30 anos, mas não se encontraram outros sintomas de efeitos sistêmicos incluindo-se no total de mortos ou na mortalidade, doenças malígnas ou cardiovasculares-Veteranos do Vietnã envolvidos na operação “Ranch Hand” foram expostos a elevados níveis de dioxinas na forma de um aerodispersóide denominado “Agente Laranja” de alta toxidade, que era pulverizado durante as operações de 1962 e 1971. Possíveis resíduos afetaram efetivamente à saúde dos veteranos e a polêmica continua sendo uma controvérsia. Foram feitas associações significantes com relação aos contaminados pela dioxina. Foram encontradas em 1987 com diabetes, percentual de gordura no corpo, elavada razão do colesterol, alta densidade de lipoproteínas(HDL).(Roegner et al,1991)

N Cresceu o número de crianças nascidas(filhos) de veteranos americanos no Vietnã com defeitos do sistema nervoso, mas esses dados são baseados em números escassos(Wolfe et al, 1995). Cresceram os índices de perda fetal antes de vinte semanas, e em grupo de oitocentos e trinta e duas famílias veteranas vietnamitas.(Field & Kerr, 1988)

2. 1. 2 – Casos Pesquisados

Alguns artigos sobre trabalhos científicos na área da química puderam ser encontrados. Achou-se conveniente comentar alguns resumidamente.

Selecionou-se ao todo vinte e três artigos, donde podemos descrever alguns deles:

F Autores: Enan E. ; Matsuda F.

Título: Regulagem pelo 2,3,7,8-tetraclorodibenzo-p-dioxina(TCDD) do DNA ligado ativamente do fator de transcrição via nuclear pela fosforilação de proteínas do tecido adiposo nos porcos “Guinea”.

Fonte: “Biochemical Pharmacology” 50(8): 1199-1206 ; 1995 ; Out, 12.

Resumo: A fosforilação é um processo que se finaliza liberando energia. O tecido adiposo é uma reserva energética secundária logo, abriga bem o TCDD, ainda considerando a sua natureza apolar, podemos denominá-la como lipossolúvel. Sendo assim, o artigo trata da descoberta à nível genético, extracelular e citoplasmático, causando liberação de energia e conseqüentemente o crescimento do volume do tecido.

Instituição: “University of Califórnia, Davis”-EUA.

F Autores: Swanson HJ.; Chan Wk.; Bradfield CA.

Título: Especificação da ligação do DNA e regras de pareamento do NAD, RNAt, e RNAm.

Fonte: “Journal of Biological Chemistry” 270(44): 26232-26302 ; 1995 ; Nov, 3.

Resumo: Explica-se que a mutação ocorre no RNAm que é codificado heterogeneamente acarretando na formação de uma fita dupla(DNA), também heterogênea. O que acontece em seres vivos intoxicados pela dioxina é mostrado com o NAD, receptor de H+ com o RNAt, aonde compromete a formação da sequência genética.

Instituição: “Northwestern University”-EUA.

F Autores: Haddad N. , Abranovich Z.

Título: Fotoadição intermolecular de alcenos em 1,3-Dioxina-4-ona-5 quiral evidenciada pelo efeito de piramidalização na sua seletividade facial.

Fonte: “Journal of Organic Chemistry” 60(21): 6883-6887 ; 1995 ; Out, 20.

Resumo: Está presente, primeiro, em exemplos que há seletividade facial alta em que preferencialmente procede da adição no lado menor da exposicão(lado b), onde algumas condições cinéticas são controladas. Essa não procedência de seletividade facial não pode ser explicada só com base nos efeitos estéricos. Eventualmente, ela é consistente com a direção piramidalizada. Concluiu-se que a geometria da estrutura piramidalizada C-b no triplete excitado das dioxinas desempenham importante papel de definir a seletividade facial numa reação. Ora, o efeito estérico não pode ser neglicenciado, fazendo-se a proporção que é encontrada comparando com a seletividade facial obtida na irradiação de compostos estudados.

Instituição: “Technion Israel Institute Technology”-Israel.

F Autores: Cumailleau P. ; Poellinger L. ; Gustafsson JA. ; Whitealaw ML.

Fonte: “Journal of Biological Chemistry” 270(42): 25291-25300 ; 1995 ; Out, 20.

Título: Definição do domínio mineral receptor de dioxina que associado com HSPSO, mantém o tipo bruto de complexação específica da ligação.

Resumo: Os experimentos da pesquisa mostraram uma faixa mínima de complexação específica da ligação que mantém aspectos quantitativos e qualitativos da faixa de ligação mostrada pelo receptor de corpo inteiro, querendo dizer que a faixa de ligação central focalizada deve existir para acomodar todas as classes de ligantes receptores específicos de dioxina do HSPSO para sua conformação das faixas ligantes.

Instituição: “Huddinge University Hospital”-Suiça.

F Autores: Hoffman R. ; Mattay J.

Fonte: “Liebigs Annalen”(8): 1455-1461 ; 1995, Ago.

Título: Cicloadições, 53. Novodienoespirocíclicoquiral-síntese e diastereoseletividade; reações Diels-Alder com N-fenilmaleimida.

Resumo: Síntese e diastereoseletividade das reações Diels-Alder do novo dieno espirocíclico quiral são reportados. Começando com diceteno e (-) -mentona(1), derivado da definição proporcionou quatro dienos quirais 12-15. Diastereoseletividade das reações Die-Alder destes dienos com N-fenilmaleimida(NPM) em condições aproximadamente de alta pressão preso a 6-dietilfosfonometil-2,2-dimetil-1,3-4-ona, 8 com formaldeído, compostos não esperados 9-11 resultando formar originalmente produto formado da definição.

Instituição: Universidade Christian Alerechts, Kiel-Alemanha.

Instituto de Química Orgânica.

F Autor: Hohn M.C..

Fonte: “Toxicology” 102(1-2) : 133-138 ; 1995 ; Set, 1.

Título: Mecanismos Bioquímicos e modelos de acesso ao risco de câncer com dioxina.

Resumo: Modelos realistas de mecanismos biológicos de carcinogênese pela TCDD são compostos por equações representando eventos bioquímicos, primeiramente, alterados. As expressões que envolvem proteínas nestas equações são responsáveis pela representação cinética da proliferação das células mutantes. Reproduz-se dosagens de TCDD em camundongos fêmeas.

Instituição: “Res. Triangle Pk, NC 27709”-EUA.

F Autores: Kobayashi S. ; Sameshima K. ; Ishii Y. ; Tanaka A..

Fonte: “Chemical & Pharmaceutical bulletin” 43(10): 1780-1790 ; 1995, Out.

Título: Toxicidade de dioxinas-o papel do diagrama de eletronegatividade(ETA-CHI) como novo acesso a medição de risco.

Resumo: A diferença de atividade biológica entre as policloridrato dibenzo-p-dioxinas(dioxinas) são intimamente ligados a substituição

da amostra de cloreto em várias posições no derivado dibenzo-p-dioxina. A absoluta dureza, ETA das dioxinas mostra a boa correlação com o potencial de atividade biológica e a substituição do cloreto padrão. O resultado demonstra que as dioxinas macias possuem pequena lacuna de Homo-Luno, e são mais tóxicas que as duras. Por conseguinte, os valores absolutos de dureza, ETA, de dioxinas podem ser usadas para predizer seu potencial de toxidade(dureza de dioxinas). Mas além, mostra-se que a coordeação absoluta faz um papel importante na nova medida no acesso a toxidez e potência de atividade biológica das dioxinas.

Instituição: Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Showa.

Departamento de Química e Análise de Sistemas do Japão-Japão.

F Autores: Einsenberg SWE. ; Kurt MJ. ; Fink WH.

Fonte: “Journal of Organic Chemistry”.

Título: Estudo computacional da cicloreversão térmica de 2,2,6-trimetil-4 H-1, 3-dioxina-4-ona e algumas espécies relatados-reação de retro Diels-Alder ou o concerto pelo ataque nucleofílico.

Resumo: Através de cálculos do nível de MP 2/6-31 G*//HF/3-21 G pode ser observar que depois de feito um estudo térmico da cicloreversão de 2,2,6-trimetil-4 H-1, 3-dioxina-4-ona(1) em 2,2,4-trimetil-6 H-1, 3-oxazina-6-ona(3) que a entalpia de ativação pela ciclocoreversão térmica de dioxinona-1 foi achada em 31,3 Kcal/mol com correção de energia ponto zero vibracional (zero-absoluto-Kelvin-escala termodinâmica). O valor experimental para a reação em solução, 30,4 kcal/mol. A entalpia de ativação ainda para oxinona-3, não sintetizada, foi achada 44,2 kcal/mol com correção ponto-zero. Contrastando-se com a visão do padrão da ciclo-reversão térmica do HF/3-21 G-no estado de transição dimerizado em 900C para o plano do acilceteno dieno.

Instituição: Laboratório de Natalidade Lawrence Livermore.

Departamento de Química, Davis-EUA.

F Autor: Ahmad S.

Fonte: Estresse dos poluentes ambientais.

Título: “Arquives of Insect Biochemistry & Physical” 29(2): 135-137 ; 1995.

Resumo: Recentemente foi feito progresso em 0-2 toxicidade e patologia relatado para contaminates ambientais numerosos nos insetos. O estudo pro-oxidantes incluiu: dioxina, “paraquat”, e um revestimento sortido de quinonas, 8-metóxipsolen, arsênico e mercúrio. Os responsáveis pelos oxidantes são diversos, mas originam-se da reação das espécies de oxigênio. Esses insetos pró-oxidantes causam pro-oxidação de lipídeos, oxidação de enzimas e proteínas, espontaneamente do GSH. Potencialmente, ele pode também causar a oxidação do DNA, e formar produtos do DNA. O desafio oxidativo é aliviado pelos compostos anti-oxidantes, porém mais importante pela indução de enzimas anti-oxidantes; que são cruciais para a terminação de 0-2 cascata radical e peroxidation lipídica reação em cadeia. Insetos exibem a esperada síndrome sobre estresse sub-agudo. Na toxicidade vital aguda processos psicológicos ímpares são: melanização hemolínfica e diurese. Alguns insetos vertebrados em ambos papéis de estresse oxidativo e suas consequências patológicas. O conjunto de resultados de prospecção de insetos podem não servir de modelos de espécies mamíferos pela monitoração do componente estresse oxidativo da toxicidade ambiental. Ó1995 Willey-Less, Inc.

Instituição: Universidade de Nevada.

Departamento de Bioquímica – EUA.

No Brasil, constatou-se que ocorre contaminação consciente pelas TCDD e TCDF por determinada indústria no Rio Grande do Sul que declara a dificuldade de detecção desse problema, pois até na finalização dos processos é encontrada. O controle da proliferação indiscriminada requer tempo e tecnologia a cada processo encarecendo o produto final, o que não vem a ser vantajoso tornando praticamente inviável a coleta desse contaminante do sistema.

CONCLUSÃO

3. 1 – Perspectivas para Trabalhos Futuros

Detectou-se que há um vasto campo para a pesquisa das dioxinas, pois são produzidas de forma indeterminada, tanto no ambiente como nas indústrias ou ainda no próprio organismo das diversas espécies de seres vivos.

Deve-se, principalmente, direcionar o estudo às areas de bioquímica, tóxicofarmacológia e a química orgânica. Tendo-se como sugestões de temas principalmente:

– O branqueamento de papel, onde um dos substituintes para os branqueadores clorados é o peróxido de hidrogênio, ou simplesmente não clareá-los, podendo-se desenvolver novos estudos sobre esses substituintes.

– A incineração de lixo, que abre espaço para projetos de reciclagem. Preocupando-se na qualificação da natureza do lixo tratado e posteriormente reciclado(se possível).

– O estudo de vários compostos da classe, e seus isômeros: os furanos. Esses se convertem a perclorados quando reagem bioquimicamente com, por exemplo, suco gástrico, causando a cloridria(doença de pele).

– A ligação de dados experimentais em cobaias de outras espécies com o homem. Em testes bioquímicos que não necessitem de dosagens de TCDD para testá-la no organismo(já se identificou a concentração existente).

Essas são algumas das sugestões que podem ser citadas. Cabe ao profissional brasileiro de pesquisa-que tem sido reconhecido mundialmente como versátil em potencial-ter a sensibilidade de usar o leque de informações já existentes para tentar diminuir a ignorância sobre a temática colocada em discussão.

3. 2 – Consideração Geral

Como se pode ver, a segurança é um assunto bastante vasto, com diversas áreas de um estudo minucioso, que requer dedicação e atenção no que diz respeito ao profissional da química.

Em termos de história, nos últimos quarenta anos, o profissional dessa área desenvolveu toda uma linha de pesquisa, fornecendo dados para especialistas nas áreas: tóxicofarmacologia, ocupacional, médica, entre outros; com relação a problemática dos limites de tolerância que servem para a medicina ocupacional ou mesmo para questões de impacto ambiental, foi-se elaborada toda uma infraestrutura de leis que regem as atividades ligadas a pesquisa, indústria, etc.

Sendo a segurança, um assunto amplo, com situações diversas de ilustração, houve necessidade da escolha de um assunto(em pauta), de extrema importância para o mundo e que fosse pouco comentado no país.

Como se sabe, problemas ambientais e humanos não têm nacionalidade, bem como a Natureza e o nosso organismo. Estes só podem se defender e controlar problemas que suas imunidades conhecem. Consiste aí, o ideal de se alertar sobre a grande periculosidade das dioxinas e a vital importância do desenvolvimento do conhecimento delas na pesquisa brasileira.

ANEXOS

I – TABELAS

Tabela: 01

Ano
Localização
Produto
Vítimas

década de 40
EUA
triclorofenol
50 feridos

1953
Ludwigshafen-Alemanha
cloro
42 feridos

1953
Hamburgo-Alemanha
ácido acético
¾

1961-1968
Guerra do Vietnã
ácido acético
milhares

1976
Seveso-Itália
TCDD
500 feridos

obs.: Antes de 1976, as dioxinas não tinham este nome.

Tabela: 02

Substância
L.T.*(Brasil)
L.T.*(EUA)

amônia
20
25

cloro
98
01

dióxido de carbono
3900
5000

gás sulfídrico
08
10

tetracloroetileno
78
100

L.T.® Limites de Tolerância(ppm)

Tabela: 03

Agentes Químicos
Até 48 h/sem.(ppm)
Grau de Insalubridade

amônia
20
médio

chumbo
¾
máximo

dióxido de carbono
3900
mínimo

monóxido de carbono
39
máximo

tetracloroetileno
78
maxímo

Tabela: 04

Agentes Químicos
Até 48 h/sem.(ppm)
Grau de Insalubridade

anilina
4
máximo

benzeno
8
máximo

fenol
4
máximo

tolueno
78
médio

Tabela: 05

Agentes Químicos
Até 48 h/sem.(ppm)
Grau de Insalubridade

ácido clorídrico
4
máximo

cloreto de vinila
156
máximo

dióxido de nitrogênio
4
máximo

formaldeído
1,6
máximo

Tabela: 06

Agentes Químicos
Até 48 h/sem.(ppm)
Grau de Insalubridade

álcool n-butílico
40
máximo

n-butilamina
4
máximo

metil-hidrazina
0,16
máximo

sulfato de metila
0,08
máximo

Tabela: 07

Agentes Químicos
Até 48 h/sem.

acetileno
asfixiante simples

argônio
asfixiante simples

etano
asfixiante simples

etileno
asfixiante simples

hélio
asfixiante simples

hidrogênio
asfixiante simples

neônio
asfixiante simples

n-propano
asfixiante simples

propileno
asfixiante simples

Tabela: 08

Número de Átomos de Cl
Número de Isômeros PCDD(*)
Número de Isômeros PCDF(·)

01
02
04

02
10
16

03
14
28

04
22
38

05
14
28

06
10
16

07
02
04

08
01
01

total
75
135

(*)Dibenzo-p-dioxinas-policloradas

(·)Dibenzofuranos-policlorados

(Dioxina: O Derradeiro Alerta ; Proteção n o11 ; vol. 03)

II – FIGURAS

Fig.1

III – APÊNDICE

Apêndice: 01

No primeiro caso, podemos dizer, exemplificando todas as formas de asbestos, cujo limite de tolerância é quatro fibras maior ; 5 de comprimento/cc. O cloreto de vinila, cujo o limite de tolerância é de 156 ppm, valor teto (vide anexos obs. 09)

obs.01-No segundo caso, podemos citar as substâncias cancerígenas constantes da NR-15, anexo n°13, para as quais nenhuma exposição ou contato é permitido por qualquer via, isto é, os processos devem ser hermetizados e o trabalhador deve ser protegido de forma a não permitir nenhum contato com o carcinogênio. A seguir relacionamos as substâncias ou processos atados no anexo n°13, “substâncias cancerígenas”.

Produção de:

– Benzidina

– p-nitrodifenil

– 4-nitrodifenil

– 4-aminodifenil

O NR-15-anexo n°13, define o que vem a ser um agente químico, descriminando-os sob aspecto do grau de insalubridade. Destacou-se, no momento, alguns que são inclusos no assunto desta monografia:

– Hidrocarbonetos e outros compostos de carbono.

– Insabubridade de grau máximo.

– Destilação do alcatrão da hulha.

– Destilação do petróleo.

– Manipulação de alcatrão, breu, betume, antraceno, negro de fumo, óleos minerais, óleos queimados, parafina e outras substâncias cancerígenas afins.

– Fabricação de fenóis, cresóis, naftóis, nitroderivados, aminoderivados, derivados halogenados e outras substâncias tóxicas derivadas de hidrocarbonetos cíclicos.

– Pintura a pistola com esmaltes, tintas, vernizes e solventes contendo hidrocarbonetos aromáticos.

– Insalubridade de grau médio.

– Emprego de defensivos organoclorados: DDT(diclorodifeniltricloretano), DDD(diclorodifenildicloretano), metoxicloro(dimetoxidifeniltricloretano), BHC(hexacloreto de benzeno) e seus compostos e isômeros.

– Emprego de defensivos derivados do ácido carbônico.

– Emprego de aminoderivados de hidrocarbonetos aromáticos(homólogos da anilina).

– Emprego de isocianatos na formação de poliuretanos(lacas de desmoldagem, lacas de dupla composição, lacas protetoras de madeira e metais, adesivos especiais e outros produtos a base de poliisocianetos e poliuretanos).

– Emprego de produtos contendo hidrocarbonetos aromáticos como solventes ou em limpeza de peças.

– Fabricação de artigos de borracha, de produtos para impermeabilização e de tecidos impermeáveis à base de hidrocarbonetos.

– Limpeza de peças ou motores com óleo disel aplicado sob pressão(nebulização).

– Pintura a pincel com esmaltes, tintas e vernizes em solventes contendo hidrocarbonetos aromáticos.

– Substâncias cancerígenas

Para as seguintes substâncias ou processos:

– 4 – amidodifenil(p-xenilamina)

– Produção de benzidina b-naftelamina

– 4-nitrodifenil

– Não se deve permitir nenhuma exposição ou contato, por qualquer via.

– Nenhuma exposição ou contato significa hermetizar o processo ou operação através dos melhores métodos praticáveis de engenharia, sendo que o trabalhador deve ser protegido adequadamente de modo a não permitir nenhum contato com substâncias carcinogênicas.

– Sempre que os processos ou operações que envolvam quatro das substâncias citadas e não forem hermetizados, será considerada uma situação de risco, grave e eminente para o indivíduo, além de insalubridade de grau máximo.

BIBLIOGRAFIA

(1) OLIVEIRA, Wilson P. de, Segurança com Produtos Químicos(I), no33. Brasil-São Paulo, Coleção SESI, 1975, 132 p., il.

(2) OLIVEIRA, Wilson P. de,Segurança em Laboratórios Químicos, no30. Brasil-São Paulo, Coleção SESI, 1971, 61 p., il.

(3) SOTO, J. Manuel O. G.; SAAD, Irene F. de S. D.; FANTAZZINI, Mário L., Riscos Químicos, Brasil-São Paulo, Fundacentro, 1994, 100 p., il.

(4) BERNABEI, D., Seguridad-Manual para el laboratório, Alemanha, E. Merck, 1994, 233 p., il.

(5) POISINDEXÓ-MICROINDEX

(6) LIFE-SCIENCE ÓCOLLETION CHEMESTRY CITATION INDEX

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Por que usamos adubo nas hortas, jardins e grandes plantações ? Por que o adubo é rico em compostos com Nitrogênio ? 

“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. (  Antoine Lavoisier)

Essa é a máxima, que vai explicar tudo. Vamos lá ?

O nitrogênio, cujo símbolo químico é N, encontra-se na natureza em forma gasosa (N2), iônica (NH4+, NO2– e NO3-) e ainda, não menos importante, em diversas estruturas orgânicas como aminoácidos (unidades fundamentais das proteínas) e nucleotídeos (subunidades formadoras do RNA, DNA e do ATP), além de outros diversos compostos como os alcalóides. 

O gás nitrogênio (N2), que compõe 78% das partículas do ar, é incolor, inodoro e principalmente inerte em condições ambientais, o que garante que o oxigênio (O2) disperso na atmosfera não incendeie a vegetação do planeta.

Mas esse nitrogênio também tem que participar dos diversos ciclos biogeoquímicos , para ” voltar ao solo” e formar os seres vivos ( foramr os aminoácidos, DNA, RNA,… ). Para isso, temos que ter participantes importantes neste processo : as bactérias nitrificantes. No solo, bactérias dos gêneros Azotobacter e Clostridium podem viver livremente, porém as do gênero Rhizobium criam uma associação em raízes de diversas plantas, principalmente da família das leguminosas (como feijão, alfafa, ervilha, soja), estes microorganismos utilizam-se da transformação química do nitrogênio gasoso para obtenção de energia, gerando como subproduto a amônia (NH3). Mas a amônia é um gás , que facilmente se dispersa na atmosfera, os vegetais assimilam muito mais facilmente o nitrogênio em forma de nitrato (NO3-). Assim há microorganismos que transformam a amônia primeiramente em nitrito – NO2 – são as bactérias ( Gênero:Nitrosomonas) . E depois as do gênero Nitrobacter acaba a transformação em Nitrato.

Essas oxidações são denominadas de Nitrificação, dispondo o Nitrogênio para uso da planta no solo. Assim, ele fará parte dos aminoácidos nas plantas. Os herbívoros se alimentam das plantas e ingerem estes aminoácidos, depois os carnívoros… E lá se vai a cadeia alimentar…

Quando ocorre a morte dos seres vivos, há a decomposição desta matérias. Onde micoorganismos ( bactérias e fungos) fazem a degradação (oxidação enzimática) de restos orgânicos (como folhas e animais mortos depositados sobre o solo) que resulta na liberação de nutrientes minerais. Assim, o Nitrogênio volta ao solo e o ciclo retorna

Por isso se diz: Nada se cria, nada se perde , tudo se transforma.

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Primeiro, quero me desculpar. Sumi. E não foi por falta de vontade de reaparecer aqui… Eu ando com muito trabalho. Mas voltei e pelos comentários ( que sempre leio) , vi que andam pedindo ajuda para fazer experiências. Vamos a uma bem fácil?

Vamos montar um Terrário?

O que é um terrário ?

É um ecossistema fechado onde tem uma planta, com animais invertebrados às vezes. Podemos estudar muitas coisas com um terrário: ciclo da água, transpiração das plantas e relação entre o meio biótico e abiótico ( entre outras).

Como já falei, o terrário só é terrário se estiver fechado. De outra forma vira uma jardineira. Para fazer um terrário tenha:

  • 1 xícara de pedrinhas para aquário
  • 1 xícara de carvão vegetal
  • 3 a 4 xícaras de terra adubada organicamente
  • 2 ou 3 mudas de plantas diferentes

  • 2 garrafas PET transparentes.
  • Um pouco de água ( 1 xícara mais ou menos)
  • Fita adesiva e tesoura.

Corte uma garrafa PET  cerca de 3/4 de seu corpo e a outra, em 1/4 ( descarte os gargalos). Coloque na parte maior as pedrinhas , o carvão e a terra adubada ( nesta ordem). Depois plante as plantas ( se quiser coloque um caracol de jardim pequeno). Molhe bem a terra.

Vire a outra parte da garra fa PET ( com uma tampa) ajuste bem e passe a fita adesiva ao redor. Certifique-se que está tudo bem lacrado. Observe todos os dias e nos conte o que viu.

Importante: Não abra mais.


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É senso comum: A Amazônia é o pulmão do planeta Terra . Mas será ?

A Amazônia pode ser considerada muita coisa: o ar condicionado mundial, o local com um grande banco genético, um ecossistema rico em biodiversidade,… Porém, não é o pulmão do mundo! Não é o local onde tem a “produção de grande parte do oxigênio” que respiramos. Nada disso! Grande parte do oxigênio gerado pela floresta é consumido por ela própria. 

Então… De onde vem o oxigênio tão importante para o nosso metabolismo? Continue lendo que você vai saber!

(mais…)

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Boa noite pessoal!
Hoje postando meio que rapidinho por aqui, para convidá-los a participar das comemorações de aniversário de meu blog pessoal o QUIMILOKOS, participando do nosso CONCURSO QUIMILOKO!!
Dê uma passadinha por lá!
Espero você, hein!!!
Abraços!

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