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Posts Tagged ‘Business and Economy’


O querido, renomado e respeitado Profº e pesquisador da UNISINOS, Profº Attico Inacio Chassot, autor de uma vasta lista de títulos importantíssimos da literatura em Ciências e em particular Ensino de Ciências nos dedicou algumas linhas carinhosas ao projeto desse singelo e pequeno projeto de site de EaD, e cito aqui com carinho e gratidão junto ao seu link original:

Um registro reconhecido a Professora Cristiana Passinato que indicou o sítio http://www.atticochassot.com.br no seu novo sítio de ensino de química. http://pesquisasdequimica.com Quero destacar o quanto como a Cristiana á um grupo de Educadoras que fazem uma genuína Educação Química a distância de uma maneira não formal. Poderia juntar ao trabalho que a Cristiana faz do Rio de Janeiro aquelas também excelentes ações desenvolvidas pela colega Thaise desde Goiânia no teu http://quimilokos.blogspot.com Já instiguei uma leitora deste blogue a submeter um projeto a uma agência de financiamento para conseguirmos apoio para que estudantes das classes populares possam ter acesso a à internet e assim diminuamos o número daqueles que ainda não tem arroba no endereço e então organizarmos uma rede de alguns blogues para estendermos com eles as possibilidades de ampliarmos ações de alfabetização cientifica, lembrando que o significativo na diferença entre ricos e pobres, não apenas que estes têm menos bem e sim o quanto têm menos acesso aos produtos da Ciência e da Tecnologia.

Fonte: Blog do Profº Chassot

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Chemical and Other Safety Information
http://physchem.ox.ac.uk/MSDS/
Orientações de segurança e risco químico da Universidade de Oxford (inglês).
ChemKey
http://www.chemkeys.com/bra/sa/snlq_9/snlq_9.htm
Vasto conteúdo em Química, material didático e diversos links para sites relacionados à segurança em laboratórios químicos.
GEPEQ-IQUSP
Grupo de Pesquisa em Educação Química da USP
http://gepeq.iq.usp.br
Divulga um projeto diferente de ensino de Química. Tem biblioteca, videoteca e resenhas de livros, e atende professores e alunos. Há uma seção muito completa com links sobre química comentados.
Instituto de Química da UNICAMP
http://www.iqm.unicamp.br/
Informações sobre cursos, docentes, pesquisa, biblioteca e links.
IQ-USP
Instituto de Química da USP
http://www2.iq.usp.br/
Traz informativos, cursos, docentes e linhas de pesquisa e acesso à biblioteca.
Labvirt
http://www.labvirt.futuro.usp.br/
Laboratório virtual da Escola do Futuro da USP. Apresenta textos, projetos, freewares de simulação e fóruns em Química e Física.
Lybris.com
Educación en Internet

http://www.librys.com/
Links para sites de diversos assuntos e organizações ligados à Educação e Ciência no mundo inteiro.
Prof. Rosseti & Química
http://www.rossetti.eti.br
Tira-Dúvidas do Professor Rosseti, com dicionário de química, material para consulta e plantão 24 horas
QMCWEB.org
http://quark.qmc.ufsc.br/qmcweb/
Revista eletrônica de Química da UFRS, muito bem organizada e completa.
SBQ
Sociedade Brasileira de Química
http://www.sbq.org.br/
Site da entidade que reúne os químicos brasileiros, com acesso a dados e artigos gratuitamente.
Segurança Química
http://www.qca.ibilce.unesp.br/prevencao
Banco de Dados de Segurança Química da UNESP, com links, informações sobre risco e segurança, tratamento de resíduos, rotulagem, socorro e ações de emergência.
Seton Compliance Resource Center
http://www.setonresourcecenter.com/MSDSs/comply1.htm
Acesso completo e sem burocracia a fichas de segurança MSDS e outros (inglês).

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Textos Interativos

last update: 27/02/2004

Universidade de Caxias do SulUCS

Departamento de Física e Química – DEFQ

Caxias do Sul – RS – Brasil

Um dia, os Romanos perceberam que, quando a gordura

do animal escorria até as cinzas da madeira queimada,

formava-se uma pasta ótima para lavar roupas. Era o sabão.

Mas como age o sabão no processo de limpeza?

O NAEQ desvendará esse mistério e muitos mais!

Um pouco de história

As referências mais antigas aos sabões remontam ao início da Era cristã. O sábio romano Plínio (foto ao lado) o Velho (Gaius Plinius Secundus, 23 ou 24-79 d.C), autor da célebre História Natural, menciona a preparação do sabão a partir do cozimento do sebo de carneiro com cinzas de madeira. De acordo com sua descrição, o procedimento envolve o tratamento repetido da pasta resultante com sal, até o produto final. Segundo Plínio, os fenícios conheciam a técnica desde 600 a.C. O médico grego Galeno (130-200 d. C), que fez carreira, fama e fortuna em Roma, também descreve uma técnica segundo a qual o sabão podia ser preparado com gorduras e cinzas, apontando sua utilidade como medicamento para a remoção de sujeira corporal e de tecidos mortos da pele. O alquimista árabe Geber (Jabir Ibn Hayyan), em escrito do século VIII da Era Cristã, também menciona o sabão como agente de limpeza.

No século XIII, a indústria de sabão foi introduzida na França, procedente da Itália e da Alemanha. No século XIV, passou a se estabelecer na Inglaterra. Na América do Norte o sabão era fabricado artesanalmente até o século XIX. A partir daí surgem as primeiras fábricas. No Brasil, a indústria de sabões data da segunda metade do século XIX.

Dois grandes avanços químicos marcam a revolução na produção de sabões. Em 1791, Nicolas Leblanc (1742-1806) concluiu o desenvolvimento do método de síntese da barrilha (carbonato de sódio) a partir da salmoura (solução de cloreto de sódio). Michel Eugéne Chevreul (1786-1889), entre 1813 e 1823, esclareceu a composição química das gorduras naturais. Assim, os fabricantes do século XIX puderam ter uma idéia do processo químico envolvido, bem como dispor de matéria-prima necessária.

Reação de produção do sabão

Atualmente, o sabão é obtido de gorduras (de boi, de porco, de carneiro, etc) ou de óleos (de algodão, de vários tipo de palmeiras, etc.). A hidrólise alcalina de glicerídeos é denominada, genericamente, de reação de saponificação porque, numa reação desse tipo, quando é utilizado um éster proveniente de um ácido graxo, o sal formado recebe o nome de sabão.

A equação abaixo representa genericamente a hidrólise alcalina de um óleo ou de uma gordura:

O ácido graxo será então neutralizado por:

> NaOH ou Na2CO3, dando R — COONa (sabões de sódio, em geral mais duros);

> KOH ou K2CO3, dando R — COOK (sabões de potássio, mais moles e usados, por exemplo, em cremes de barbear);

> Hidróxidos de etanolamina, como, por exemplo, (OH-CH2-CH2)3NHOH, dando R — COONH(CH2-CH2-OH)3 (sabões de amônio, que são em geral líquidos usados, por exemplo, em xampus).

O mais comum de todos é o sabão de sódio. O que é praticamente neutro, que contém glicerina, óleos, perfumes e corantes, é o sabonete.

Como o sabão limpa?

Tensão superficial da água

Certos insetos conseguem caminhar sobre a superfície da água, que se comporta como uma película tensa e elástica, apenas deformada nos pontos onde apoiam-se as patas do inseto. Essa propriedade dos líquidos, chamada de tensão superficial, ocorre devido às forças de atração que as moléculas internas do líquido exercem sobre às da superfície.

As moléculas situadas no interior de um líquido são atraídas em todas as direções pelas moléculas vizinhas e, por isso, a resultante das forças que atuam sobre cada molécula é praticamente nula. As moléculas da superfície do líquido, entretanto, sofrem apenas atração lateral e inferior. Esta força para o lado e para baixo cria a tensão na superfície, que faz a mesma comportar-se como uma película elástica.

Falando um pouco sobre a glicerina

A  glicerina (ou glicerol) é um subproduto da fabricação do sabão. Por esse motivo, toda fábrica de sabão também vende glicerina. Ela é adicionada aos cremes de beleza e sabonetes, pois é um bom umectante, isto é, mantém a umidade da pele. Em produtos alimentícios ela também é adicionada com a finalidade de manter a umidade do produto e aparece no rótulo com o código “umectante U.I”.

Os umectantes, como por exemplo a glicerina, interagem com a superfície do material que se deseja umectar (pele, cabelo, produto alimentício) e também com a água. A interação com a água ocorre por meio de pontes de hidrogênio (representadas pelos pontilhados na imagem acima).

Outra utilidade da glicerina é na fabricação do explosivo conhecido como nitroglicerina.

A tensão superficial está presente em situações interessantes:


> Colocando-se cuidadosamente uma pequena agulha sobre a superfície da água, observa-se que ela pode permanecer sobre a película superficial sem afundar no líquido, apesar de ser muito mais densa que a água.
> A gota de água que se forma numa torneira mantém sua forma devido a elasticidade na superfície da gota.
> Num copo cheio de água, podemos acrescentar pequenos objetos sem que a água transborde. Isto ocorre porque a superfície da água comporta-se elasticamente.

Todas essas propriedades são decorrentes da interações inter-moleculares existentes na água, as quais são do tipo “ponte de hidrogênio“.

Essas ligações inter-moleculares existentes na água são responsáveis por diversas de suas propriedades, inclusive é a justificativa da água ser “líquida”, fato esse que não ocorre com os hidretos dos outros elementos da família do oxigênio. O Naeq já publicou um artigo sobre o assunto intitulado: “Ponte de hidrogênio, força molecular intrigante!.

Como atua o sabão?

A água, por si só, não consegue remover certos tipos de sujeira, como, por exemplo, restos de óleo. Isso acontece porque as moléculas de água são polares e as de óleo, apolares. O sabão exerce um papel importantíssimo na limpeza porque consegue, por assim dizer, “jogar nos dois times” ou, com sugere o título deste trabalho, possui dupla “personalidade”, no que diz respeito a sua polaridade.

Podemos dizer que a cadeia apolar de um sabão é hidrofóbica

(possui aversão pela água, a repele) e que a extremidade polar é hidrófila

(possui afinidade pela água, a atrae).

Dessa maneira, ao lavarmos um prato sujo de óleo, formam-se o que os químicos chamam de micelas, gotículas microscópicas de gordura envolvidas por moléculas de sabão, orientadas com a cadeia apolar direcionada para dentro (interagindo com o óleo) e a extremidade polar para fora (interagindo com a água).

Vejamos agora como o sabão atua no processo de limpeza de gordura:

Diminuem a tensão superficial da água, de modo que esta

possa “molhar melhor” os materiais (daí os sabões serem chamados de

substâncias tensoativas, ou seja, substâncias que abaixam a

tensão superficial de um líquido).

Concentram-se as partículas de óleo ou gordura em micelas coloidais, que

se mantêm dispersas na água (daí os sabões serem chamados

de substâncias emulsificantes ou surfactantes).

Impedem a reaglomeração das micelas, que ficam protegidas por uma

película e se afastam por repulsão de cargas elétricas.

O que fazer quando o sabão falha?

O sabão tem, sobre os detergentes, as seguintes vantagens: é mais barato, atóxico, fabricado a partir de matérias-primas renováveis (óleos e gorduras) e biodegradável, ou seja, consumido e destruído pelos microorganismos existentes na água que, desse modo, não fica poluída. O sabão apresenta problemas em dois casos:

> quando a água utilizada tem caráter ácido, pois:

R — COONa+ H+ —> R—COOH + Na+

ácido graxo

Essa reação libera o ácido graxo, que forma a gordura observada em tanques, pias e banheiras.

> quando a água usada é dura, isto é, contém cátions metálicos, especialmente Ca2+ e Mg2+, pois

2R — COONa + Ca2+ —> (R—COO)2Ca(ppt) + 2Na+

precipitado

Os sais de cálcio e/ou magnésio dos ácidos graxos são insolúveis e formam crostas nos tanques, pias e banheiras.

Entre em cena, os detergentes

Os detergentes são produtos sintéticos, resultantes da indústria petroquímica. Eles começaram a ser usados intensamente a partir da Segunda Guerra Mundial, quando houve escassez de óleos e gorduras para a fabricação de sabão comum.

Os mais comuns são sais de sódio de sulfatos de alquilas de cadeia longa ou de ácidos sulfônicos também de cadeia longa; por exemplo:

Esse tipo de detergente é chamado de detergente aniônico, devido a parte orgânica estar situada no ânion do composto. Já quando a parte orgânica da molécula está no cátion, denominamos de detergente catiônico (veja exemplo abaixo).

Porém, essa história não é feita somente de vantagens para com os detergentes. Eles têm alguns entretantos…

Até alguns anos atrás, os detergentes eram fabricados com compostos orgânicos de cadeia ramificada, como por exemplo:.

Essas substâncias não são biodegradáveis, isto é, não são consumidas pelos microorganismos existentes na água, causando o aparecimento de espumas, inviabilizando a vida de outras espécies na água devido ao impedimento da entrada de oxigênio na água.

Normalmente os detergentes vendidos no comércio possuem a seguinte composição

> o detergente propriamente dito.

> Fosfatos, como por exemplo, o trifosfato de sódio (Na5P3O10), que agem:

> como substância básica, neutralizando a eventual acidez da água e ainda ajudando na ação da limpeza.

> reagindo com os cátions Ca2+ e Mg2+, que existem em possíveis águas duras.

> outras substâncias

> bórax (Na2B4O7 . 10 H2O), para tirar odores.

> descorantes (como NaClO), para tirar manchas

> enzimas, para eliminar manchas de proteínas, como manteiga, ovos, etc.

> anticorrosivos das máquinas de lavar roupa (como Na2SiO3).

> perfume

> corantes fluorescentes(ou também denominados de branqueadores ópticos), que em geral absorvem a luz ultravioleta, emitindo uma luz azulada que disfarça o amarelado das roupas, dando “o branco mais branco”. Note que essa substância não elimina, mas apenas “camufla” a sujeira.

Posteriormente, passaram-se a usar detergentes biodegradáveis, que não apresentam esses inconvenientes e são formados por compostos orgânicos de cadeia linear, ou seja, sem ramificações o que possibilita que os organismos façam a degradação dessas substâncias.

Outro problema é causado pelos fosfatos existentes na formulação dos detergentes. Como sabemos, os fosfatos são adubos ou fertilizantes das plantas e, quando atingem as águas dos rios e lagos, acabam provocando um crescimento exagerado de certas algas e plantas aquáticas (eutroficação), que consomem boa parte do oxigênio da água. Isso acaba por impedir a existência de outras formas de vida, inclusive a dos peixes. Atualmente, os fosfatos estão sendo substituídos, ao menos em parte, por carbonato de sódio, silicato de sódio, citrato de sódio e outras substâncias menos nocivas.

Emiliano Chemello

echemell@ucs.br

Para saber mais…

QMCWeb – Micelas e Surfactantes: uma aula virtual

QMCWeb – Bolhas de Sabão

QMCWeb – Lipídeos – as biomoléculas hidrofóbicas.

Temas relacionados

> Ponte de Hidrogênio, força intermolecular intrigante

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Ó 2003-2004 – Núcleo de Apoio ao Ensino da Química – NAEQ – Todos os Direitos Reservados

Webmaster – Emiliano Chemello

http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq/material_didatico/textos_interativos_27.htm

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A QUÍMICA ESTÁ PRESENTE EM TUDO, ATÉ EM NOSSOS CABELOS…

Mal começa o dia e já tentamos arrumá-los, diante do espelho. Uns o querem mais lisos, outros, mais cacheados. Muitos, ainda, lutam para não perdê-los. O QMCWEB desta semana fala sobre o cabelo, a moldura de nosso rosto. Do que é feito, como interage com os xampus e com os condicionadores, de que maneira ele pode ser moldado, colorido e alisado pela adição de alguns compostos químicos.

Nosso cabelo é consituído, basicamente, de uma proteína: a alfa-queratina. As queratinas (alfa e beta) são, também, consitituintes de outras partes de animais, como unhas, a seda, bicos de aves, chifres, pêlos, cascos, espinhos (do porco-espinho), entre outros. Em cada fio de cabelo, milhares de cadeias de alfa-queratina estão entrelaçadas em uma forma espiral, sob a forma de placas que se sobrepoem, resultando em um longo e fino “cordão” protéico. Estas proteínas interagem fortemente entre si, por várias maneiras (veremos adiante), resultando na forma característica de cada cabelo: liso, enrolado, ondulado, etc..

Como se faz o cabelo “Permanente”, escovas definitivas, relaxamentos, etc…

Um dos amino-ácidos presentes na queratina é a cisteína, responsável pelas ligações cisteínicas. A cisteína, RSH, pode interagir com outra cisteína da mesma cadeia polipetídica, e formar uma ligação convalente, RSSR. Estas ligações são responsáveis pelas “ondas” que aparecem em nossos cabelos. A possibilidade da interconversão entre as formas oxidadas (RSSR) e reduzidas (RSH) da cisteína é que permite ao cabelereiro “moldar” o seu cabelo, ou seja, alisar um cabelo crespo, ou fazer “cachos” e “ondas” em um cabelo liso. A primeira etapa consiste na redução de todos os grupos RSSR. Isto se faz, geralmente, com a aplicação do ácido tioglicólico (também conhecido como ácido 2-mercaptoacético) em uma solução de amônia (pH 9). Esta solução reduz os grupos RSSR para RSH. thioglycolic acid (also known as 2-mercaptoacetic acid) in an ammonia solution (about pH 9) reduces RSSR to RSH (os cabelereiros chamam esta solução de “relaxante”).
A segunda etapa consite em imprimir no cabelo a forma desejada: lisa ou ondulada. Após se lavar toda a solução de ácido tioglicólico e se enrolar ou esticar o cabelo, o cabelereiro, então, oxida os grupos RSH para RSSR, com a aplicação de um agente oxidante, tal como o peróxido de hidrogênio (H2O2, água oxigenada) ou borato de sódio (NaBrO3) (os cabelereiros se referem a esta solução como “neutralizante”). O novo padrão imposto, então, dura até o crescimento do cabelo, quando será uma nova visita ao salão.

SAIBA MAIS: Retirado do site: http://quark.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/cabelo.html em 29/08/2004

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Oi Luciano,

Tudo bem?

Primeiro de tudo, vc avaliou no laboratório o poder redutor do açúcar frente a algum íon metálico, ou seja, vc usou um reativo qualquer eu ele reduziu e formou possivelmente CO2 e o Metal na forma Me(0) como um dos produtos e liberou algum gás, usa-se muito bexigas (bolas de látex) para evidenciar esse desprendimento, mas até pode acontecer uma efervescência na hora.
Também usa-se Ag+, em um reativo, em Bioquímica ou Química biológica utilizamos para fazer espelho de prata uma reação também de redução de açúcares e podem ser feitas várias práticas, bem clássicas e conhecidas por estudantes de graduação e professores de Química, mas a mais visual é a da liberação do CO2 e confinamento até em camisinhas, o que gera uma certa descontração no momento da prática, enfim, é até lúdica.
Sabe aquela historinha do mentex ou aquelas pastilhas mastigáveis que são colocadas dentro de coca-cola ou refrigerante gaseificado e vc vê uma liberação de gás imensa que fazem doideiras com aquilo?
Vou até procurar no Youtube, pois é até lenda, mas não é não, é a própria, é a experiência só que ampliada, ok?
O que acontece tb é a liberação de CO2 nessas reações deslocando o equilíbrio mais ainda pra produção do mesmo gás e dando um volume ainda maior a produção e por isso sendo aquela festa que fazem, de efeitos especiais e outros bichos.
Mas voltando, como você começa os cálculos de qualquer oxi-redução?
Primeiro atribuindo todos os NOX ou averiguando quais elementos variam de NOX, uns se oxidando e outros se reduzindo.
Uma vez visto isso, vc averígua de quanto variou esses elétrons no mesmo elemento, e o que ocorreu em cada um.
Se o agente oxidante variar de x vc irá colocar o número dessa variação como índice estequiométrico do agente redutor e vice-versa, cuidado sempre com a atomicidade (nº de átomos do elemento que variou de estado de oxidação), pois dependendo, vc terá que multiplicar essa variação pela atomicidade e colocar o resultado no lugar do índice, ok?
Depois disso feito, vc tem que voltar ao método clássico de tentativa ajustanto elemento por elemento dos reagentes e dos produtos, respeitando sempre a Lei das mesmas massas de Lavoisier, porque nada se perde, nada se cria, mas tudo se transforma, tá certo?
Espero ter ajudado!

Um abraço,

Cristiana

PS.: Achei tb isso: Os açúcares redutores possuem grupos aldeídos e cetonas livres na cadeia e são chamados redutores por atuarem como agentes redutores,isto é,que sofrem oxidação(doam elétrons).Açúcares não redutores (como a sacarose) possuem esses grupamentos interligados e tormam-se redutores a partir do momento em que sofrem hidrólise(quebra).
Como exemplo, temos a glicose. Esses açucares sao aldoses(possuem grupos aldeídos livres) que ao sofrerem reações de oxi-redução atuam reduzindo outras substancias como a Ag e o íon cuproso. As cetoses( possuem grupos cetonas) nao são açucares redutores.

Pequena pesquisa teórica:

Oxidação e Redução


Objetos de Prata tendem a se oxidar.

Na reação de oxidação ocorre a perda de elétrons, enquanto a reação de redução consiste em ganhar elétrons.
A Oxidação pode ocorrer em três circunstâncias: quando se adiciona oxigênio à substância, quando uma substância perde hidrogênio ou quando a substância perde elétrons. Exemplo: as saladas de frutas tendem a se escurecer quando entram em contato com o ar, isso porque o oxigênio age promovendo a oxidação das frutas. Uma dica para que isso não ocorra é adicionar suco de limão ou laranja, pois a vitamina C presente nas frutas cítricas impede a ação oxidante do oxigênio sobre a salada.

A Redução, por sua vez, é o inverso e ocorre também de três maneiras: quando uma substância perde oxigênio, quando ganha hidrogênio ou quando ganha elétrons. Exemplo: Quando o Óxido de Cobre (negro) é colocado em aparelhagem apropriada (câmara) para que ocorra sua redução o Gás Hidrogênio entra em contato com o Óxido de Cobre super aquecido e, como resultado, ele perde oxigênio e vai aos poucos se tornando rosa, pois está sendo reduzido a Cobre.

Reação de Óxido-redução: Sabe-se que oxidação e redução ocorrem juntas na mesma reação química. Esse fenômeno recebe o nome de Reação redox ou Óxido-redução. Óxido-redução são reações que transferem elétrons entre substâncias fazendo com que o número de oxidação (nox) de uma substância aumente enquanto o nox de outra substância diminui. Esse processo não deve ser confundido com as ligações iônicas que doam elétrons de uma substância a outra e sim como um processo de oxidação de uma substância e a redução de outra. Podemos dizer então que em uma reação a substância que perde elétrons e sofre oxidação é designada agente redutor enquanto a substância que ganha elétrons e sofre redução é designada agente oxidante.

Algumas dessas reações são muito úteis para a indústria. O ferro, por exemplo, é extraído pela combinação do minério de ferro com o monóxido de carbono (CO), num alto-forno. Nessa reação, o minério perde oxigênio para formar o ferro (Fe) e o CO recebe oxigênio para formar o CO2 (dióxido de carbono). A ferrugem é um dos resultados de uma reação redox, na qual o ferro se oxida e forma o óxido de ferro (ferrugem), e o oxigênio do ar é reduzido.
Outro exemplo de reação redox é o da prata em contato com o ar. Os objetos de prata tendem a perder seu aspecto brilhante com o passar do tempo, se tornando embaçados e com coloração escura. Esse fato ocorre porque os átomos de prata da superfície do objeto reagem com outras substâncias, como o oxigênio. Dizemos então que a prata se oxidou, ou seja, passou por uma reação de óxido-redução.

Por Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola

Veja Também! Reações Químicas

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Química

Acerto de Equações Redox | Avançado

Publicado em 28/11/2005

Tal como em outras reacções, as reacções de oxidação-redução têm de ser acertadas, o que só é conseguido recorrendo a uma metodologia própria. Existem várias formas de determinar com rigor a reacção que melhor descreve o equilíbrio redox que está a acontecer. Um método possível é o método das semi-reacções de oxidação-redução.

Método das semi-reacções de oxidação-redução:
  1. Escrever as equações das semi-reacções que correspondem à oxidação e à redução do equilíbrio redox em estudo, tendo o cuidado de representar correctamente as espécies oxidadas e reduzidas;
  2. Acertar, em cada equação, o número de átomos que sofrem a reacção redox;
  3. Identificar o meio em que a reacção ocorre:
    1. Se o meio onde a reacção ocorre é ácido nas semi-equações deve-se acertar os átomos de oxigénio com moléculas de água e de seguida os átomos de hidrogénio com iões H+;
    2. Se a reacção se der em meio básico acertam-se as semi-equações do mesmo modo que no ponto i). De seguida soma-se igual número de iões HO a cada membro da equação, tantos quantos os iões de H+ existentes. No lado da semi-equação onde estão presentes os iões H+ estes combinam-se com os iões HO formando moléculas de água;
  4. Com o número de electrões conveniente, acertar as cargas das semi-equações de modo aos dois membros possuirem a mesma carga;
  5. Por forma a que sejam trocados o mesmo número de electrões nas semi-reacções, deve-se nesta etapa multiplicar as semi-equações por um factor multiplicativo que torne este número igual.
  6. Somar as semi-equações eliminando os electrões e as espécies possíveis, isto é aquelas que apareçam em igual número em lados opostos das semi-reacções.

Química

Acerto de Equações Redox | Avançado

Publicado em 28/11/2005

Exemplo de Acerto de Equações Redox

Considerando a reacção de oxidação-redução em meio ácido, acerte a equação:

SO32- + MnO4 → SO42- + Mn2+

Resolução:

  1. Escrita das semi-reacções de oxidação e de redução:
    Semi-reacção de redução: MnO4 → Mn2+
    Semi-reacção de oxidação: SO32- → SO42-
  2. Os elementos que alteram o seu estado de oxidação, o Mn e o S, estão certos logo, neste passo, não há aertos a fazer às equações.
  3. Acerta-se o oxigénio somando moléculas de água no lado da equação onde houver falta de oxigénios e, tendo em conta que o meio onde a reacção ocorre é ácido, acertam-se os hidrogénios adicionando H+:
    Semi-reacção de redução: MnO4 → Mn2+ + 4H2O (acerto dos átomos de oxigénio)
    MnO4 + 8H+ → Mn2+ + 4H2O (acerto dos átomos de hidrogénio)
    Semi-reacção de oxidação: SO32- + H2O → SO42- (acerto dos átomos de oxigénio)
    SO32- + H2O → SO42- + 2H+ (acerto dos átomos de hidrogénio)
  4. Procede-se ao acerto das cargas das semi-reacções, adicionando electrões onde houver excesso de cargas positivas:
    Semi-reacção de redução: MnO4 + 8H+ + 5e → Mn2+ + 4H2O
    Semi-reacção de oxidação: SO32- + H2O → SO42- + 2H+ + 2e
  5. Nesta etapa é necessário encontrar um factor multiplicativo de forma a que ambas as equações envolvam o mesmo número de electrões:
    Semi-reacção de redução: (MnO4 + 8H+ + 5e → Mn2+ + 4H2O ) × 2
    Semi-reacção de oxidação: (SO32- + H2O → SO42- + 2H+ + 2e) × 5
  6. Por fim através da soma das duas equações obtém-se a equação global:5SO32- + 2MnO4 + 6H+ → 5SO42- + 2Mn2+ + 3H2O

Autor(es):
Grupo de Produção de Conteúdos de Química

http://www.e-escola.pt/site/topico.asp?topico=293&ordem=1&canal=3

Reação redox

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Redução (ganho de elétrons) da molécula de FAD.

Redução (ganho de elétrons) da molécula de FAD.

Imagem:Pilha Cu Ag.PNG

A pilha CuAg, um exemplo de reação redox.

As reações de redução-oxidação (também conhecido como reação redox) são as reações de transferência de elétrons. Esta transferência se produz entre um conjunto de espécies químicas, um oxidante e um redutor (uma forma reduzida e uma forma oxidada respectivamente).

Para que exista uma reação redox, no sistema deve haver uma espécie que ceda elétrons e outra espécie que as aceite:

  • O redutor é aquela espécie química que tende a ceder elétrons de sua estrutura química ao meio, ficando com uma carga positiva maior à que tinha.
  • O oxidante é a espécie que tende a captar esses elétrons, ficando com carga positiva menor à que tinha.

Quando uma espécie química redutora cede elétrons ao meio se converte em uma espécie oxidada, e a relação que guarda com seu precursor fica estabelecida mediante o que se chama um par redox. Analogamente, se diz que quando uma espécie capta elétrons do meio se converte em uma espécie reduzida, e igualmente forma um par redox com seu precursor reduzido.

Índice

[esconder]

Princípio de Eletroneutralidade

Dentro de uma reação global redox, se dá uma série de reações particulares às quais são chamadas semireações ou reações parciais.

2 Na+ + 2 Cl → 2 Nao + Cl2o

ou mais comumente,

2 NaCl → 2 Nao + Cl2o

A tendência a reduzir ou oxidar a outras espécies se quantifica pelo potencial de redução, também chamado potencial redox.

Uma titulação redox, é uma na que um indicador químico indica a alteração câmbio na porcentagem da reação redox mediante a virada de cor entre o oxidante e o redutor.

Oxidação

Ver artigo principal: Oxidação

Em cada oxidação há uma perda de elétrons, o que equivale a dizer que um elemento aumentou seu número de oxidação.

2Cl → 2 Clo + 2 e

Redução

Ver artigo principal: Redução

Em toda redução há um ganho total de elétrons, o que significa que um elemento diminui seu número de oxidação.

Na+ + e Nao

Números de oxidação

A quantificação de uma espécie pode ser realizada mediante o número de oxidação da espécie. Durante o processo de oxidação o número de oxidação da espécie que se oxida, aumenta. Por outro lado, durante a redução, o número de oxidação da espécie que se reduz, diminui. O número de oxidação é um número inteiro que representa o número de elétrons que um átomo põe em jogo quando forma um composto determinado.

O número de oxidação:

  • Aumenta se o átomo perde elétrons (a espécie que se oxida), ou os compartilha com um átomo que tenha tendência a captá-los.
  • Diminui quando o átomo ganha elétrons (a espécie que se reduz), ou os compartilha com um átomo que tenha tendêencia a cedê-los.
  • É nulo se o elemento é neutro ou está sem combinar.

Aplicação

Porção de metal oxidado (corrodo)

Porção de metal oxidado (corroído)

Em biologia molecular, os processos redox têm uma grande importância, já que estão involucrados na cadeia de reações químicas da fotossíntese e da respiração (a nível molecular), dois processos fundamentais para a vida dos organismos superiores.

Na indústria, os processos redox também são muito importantes, tanto por seu uso produtivo (por exemplo a redução de minerais para a obtenção do alumínio ou do ferro) como por seu prevenção (por exemplo na corrosão).

A reação inversa da reação redox (que produz energia) é a eletrólise, na qual se aporta energia para dissociar elementos de suas moléculas.

Ver também


Antes de iniciar essa prática, algumas leituras são sugeridas:

Introdução aos carboidratos

1. Objetivos – conhecer e identificar o poder redutor de alguns açúcares.

2. Princípios teóricos

Se observamos com mais atenção as moléculas apresntadas no textoIntrodução aos carboidratos, veremos que alguns carboidratos possuem um grupamento -OH (hidroxila) livre no carbono 1 de suas moléculas, enquanto outros não.


GLICOSE

RIBOSE
LACTOSE
SACAROSE

Observa-se que os açúcares que apresentam a hidroxila livre no C-1 são bons agentes redutores. Por esse motivo a extremidade que contém o -OH passa a ser chamada extremidade redutora e o açúcar, de AÇÚCAR REDUTOR. A capacidade que esses compostos apresentam de reduzir íons metálicos em soluções alcalinas é um bom método de identificação desses compostos.
A reação abaixo esquematiza o princípio da prova de Benedict, baseada na redução de íons Cu2+ a Cu+, com formação de um precipitado vermelho ou amarelo:

* OBS: a reação é feita em meio básico porque, nessa condição, a porcentagem de enedióis é maior.

Nessa reação , o aparecimento de um precipitado de coloração vermelho-tijolo indica que os íons Cu2+ do reagente de Benedict foram reduzidos a Cu+, indicando a presença de um açúcar redutor.

3. Procedimento Experimental

3.1. Material

a) Reagentes e soluções

– solução de amido 1% *
– solução de glicose 1%
– solução de sacarose 1%
– solução de frutose 1%
– solução de hidróxido de sódio (NaOH) 6N

– ácido sulfúrico (H2SO4) concentrado
– água destilada
– reativo de Benedict **

b) Vidraria e instrumental

– 05 tubos de ensaio
– conta-gotas ou pipeta Pasteur
– pipetas de 1 e 2 mL

* Como o amido é de difícil dissolução, preparar a solução da seguinte maneira: misturar 1 g de amido com 10 ml de água. Derramar a pasta em um recipiente que contenha 100 ml de água fervente. Cessar a ebulição e deixar esfriar e sedimentar. Separar a parte sobrenadante (sem grumos) por decantação. A solução ganha maior estabilidade se for adicionada de 1g de ácido salicílico (1%).

** Preparo do reativo de Benedict: inicialmente, devem ser preparadas duas soluções, em separado, a saber:

Solução A

– 173g de citrato de sódio (Na3C6H5O7.2H2O)***
– 90g de carbonato de sódio (Na2CO3)
– 600 ml de água destilada quente (~80ºC)

*** O íon Cu2+ também reage com o meio alcalino, segundo o esquema abaixo:

Para evitar que essa reação aconteça, mascarando o teste para açúcares redutores, é adicionado o citrato de sódio, que mantém o Cu2+ em solução, através da formação de um complexo.
Solução B

– solução 17,3% de sulfato de cobre (CuSO4) em água destilada. Dissolver por agitação.

Para preparar o regente de Benedict, coloque a solução A em um balão volumétrico de 1000ml; em seguida, adicione a solução B sob agitação constante e complete o volume com água destilada.

3.2. Procedimento

Parte I

1. Não esquecendo de identificar, prepare a seguinte bateria de tubos:

(1) 1 ml da solução de amido
(2) 1 ml da solução de sacarose
(3) 1 mL da solução de glicose
(4) 1 ml da solução de frutose
(5) 1 ml de água destilada

2. a cada um dos tubos adicionar 2 ml do reativo de Benedict;
3. aquecer em banho-maria fervente durante 5 minutos;
4. após esfriar, observar e descrever os resultados.

O aparecimento de um precipitado de coloração vermelho-tijolo indica que os íons Cu2+ do reagente de Benedict foram reduzidos a Cu+, indicando presença de açúcar redutor.

Parte II

1. Transfira para o tubo de ensaio 1 ml da solução de sacarose 1%;
2. adicione 3 gotas de ácido sulfúrico (H2SO4) concentrado;
3. ferva durante 1 minuto;
4. neutralize com 15 gotas de NaOH 6N e adicione 2 ml do reagente de Benedict;
5. aqueça em banho-maria fervente durante 5 minutos;
6. após esfriar, compare o resultado obtido com o experimento anterior.

Veja as fotos desse experimento

O desenvolvimento de um precipitado de coloração vermelho-tijolo indica que os íons Cu2+ do reagente de Benedict foram reduzidos a Cu+, indicando presença de açúcar redutor.

http://www.fcfar.unesp.br/alimentos/bioquimica/praticas_ch/benedict.htm

Textos em anexo de word, pra vc baixar, abrir e ler:

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Pelos elogios, carinhos, e-mails, scraps de Orkut, Gazzag, Sonico, msn, meebo, gtalk, todos os alunos que procuraram e já quiseram suas aulas ou em domicílio ou on line, já tiveram algum atendimento e se satisfizeram, e todos ficamos cada dia mais unidos em prol da educação, informação e da aproximação da Ciência.

Muito obrigada, é uma realização mesmo de um projeto antigo e que aos poucos vai crescer cada dia mais e produzir mais informação.

Isso depende de sua participação, divulgação, questões, discussões, colaborações e sempre contarei e receberei a tudo com o maior amor e carinho que puder.

Um abraço, excelente final de semana para todos que por aqui passarem!

Profª Cristiana Passinato

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Meu amigo Pássaro Guitarrista, o Luiz Felipe uma vez me fez uma questão na Comunidade do Orkut que criei pra aulas particulares e que agora virou desse site, ok?

Mas achei legal colocá-la aqui:

Cris, vai parecer que é uma perginta idiota, vc poderia me dizer, o que é Íon Dipolo? O restante das outras forças, eu já sei e entendi, só essa que não entendi direito. Valeu e obrigado por me responder.

beijos. Pássaro

Bem, eu já até te falei pessoalmente, mas vai lá pros mais atentos e que têm a mesma dúvida:

Dipolo-dipolo – é a força intermolecular (entre moléculas) que ocorre nas moléculas que assumem pólos, ou seja, têm momento dipolo diferente de zero ou têm pares de elétrons não ligantes, geometria molecular onde as resultantes dos vetores das forças das ligações entre os átomos periféricos e o central não se anulem, etc… Porém é com moléculas, o que estabelece a diferença entre…

Íon dipolo – é a formação de íon que se aproxima em compostos ou sólidos iônicos regidos por uma força, atração, ligação eletrostática definida como eletrovalente ou mesmo iônica, onde aquela polarização que seria uma simples polarização se extrema ao ponto de ser tão grande que se formam íons mesmo, formais entre espécies muito eletropositivas e eletronegativas. Várias unidades de cristais iônicos efetuam um íon dipolo, ou seja os íons se aproximam e de forma análoga ao que acontece nas moléculas ocorre, porém em compostos iônicos, que NÃO SÃO MOLÉCULAS, por isso não podemos chamar dipolo-dipolo, pq não são polos e sim íons efetivos reais.

Espero tê-lo auxiliado.

Bjs,

Cris

PS.: Devo, como de costume abrir o Meebo hj, e então, devem ter surgido questões por lá e no chat dos blogs, se pintar algo, venho e posto por aqui também, ok?

Bom final de semana a todos!

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