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Jogos Químicos


Olá pessoal!
Tenho recebido muitos pedidos acerca de Jogos de Química, ou Jogos para se utilizar em Aulas de Química, lá no QUIMILOKOS, e por aqui também percebi essa procura.
Bom, um material novo, e que eu gosto muito, é o do Professor Márlon Soares:
Jogos para o Ensino de Química: teoria, métodos e aplicações.
Sinopse do Livro: A idéia desse livro é discutir os principais referenciais teóricos que tenham relação com os jogos em educação, sem perder de vista que muito ainda pode ser discutido e que nem todos os autores que trabalham com a temática foram aqui incluídos. Atividades são propostas, porém algumas delas são sugestões de ação e outras, nem mesmo estão completas, para possibilitar que o professor possa colocar suas próprias características no jogo, considerando-se as especificidades culturais de cada região do país. Mas mesmo assim, caso o professor não queira fazer alterações significativas nos jogos, disponibilizamos ao leitor um endereço de internet com as peças, cartas, brinquedos necessários para a execução do jogo em sala de aula em cada um dos tópicos relacionados a sugestões de jogos. Propomos o jogo como uma realidade em sala de aula, pois vivemos em um mundo muito diferente, no qual nos comunicamos via computador e celular, que principalmente para o adolescente de hoje, é um acessório similar a um relógio, isto é, fundamental. Tudo evolui de maneira muito rápida, no entanto, parece-nos que a escola continua a mesma de 300 anos atrás. O jogo aqui surge como uma alternativa para o professor, como modo de motivar o aluno para o estudo da química, tirando-o de uma atitude passiva em sala de aula, aproximando o professor e o aluno, facilitando o processo de ensino-aprendizagem. Atualmente, uma das grandes preocupações dos professores diz respeito a como “segurar” a atenção aluno, ainda mais agora, que a maioria dos estados do Brasil adotou um sistema de aprovação continuada do estudante e os professores reclamam ainda de terem perdido o que eles próprios chamavam de “poder do professor”, relacionado a aprovação ou não do aluno, ao final do ano letivo. Em todos os cursos que ministro, seja na Universidade Federal de Goiás, seja em outras instituições do Brasil, os professores clamam por novas estratégias que chamem a atenção dos alunos e os tirem de uma atitude de descaso em sala de aula. Os jogos vêm sendo uma alternativa simples, viável e que desperta o interesse nos alunos e ainda motiva-o de várias maneiras. Pouco se tem em relação a literatura de jogos voltada para área de química, mesmo internacionalmente. Há muito a área de pedagogia e matemática se apropriaram de tais estratégias, porém pouco se vê sobre o uso de lúdico na área de ensino de ciências e este livro procura suprir esta lacuna. Em outro aspecto, sabemos que a educação pode mudar o país. Há sempre pessoas compromissadas com o ensino de uma maneira geral. É importante salientar que estas pessoas também estão presentes no nível médio de ensino, esperançosos em transformar seus alunos em cidadãos conscientes de seus direitos e deveres. Há ainda aquelas pessoas dentro das universidades que também se preocupam em formar um bom profissional e que estão preocupados com o andamento de nosso nível médio de ensino, que futuramente nos fornecerá alunos em nível superior. A grande tentativa é interromper um ciclo vicioso de má formação de professores que formarão maus alunos que serão maus profissionais. É importante que surja novos experimentos para serem aplicados em salas de aula, como forma de diversificar a atuação docente, mas deve-se lembrar que quando se sugere experimentos de baixo custo, de fácil e rápida execução, que servem para auxiliar e ajudar o professor que não conta com material didático, não podemos esquecer que o nosso papel é cobrar das autoridades competentes, laboratórios e instalações adequadas bem como materiais didáticos, livros, entre outros, para que se tenha o mínimo necessário para que se desenvolva a prática docente de qualidade. Quando se propõe jogos e atividades lúdicas, propõe-se uma forma de divertimento junto com a aprendizagem, para também quebrar aquela formalidade entre alunos e professores além de socializá-los e fazê-los construir conjuntamente o ensino. Salienta-se ainda que as propostas aqui contidas podem e devem ser melhoradas e desenvolvidas diferentemente, conforme as idéias próprias, ambientes diversos e vontade de pesquisa-ação do professor responsável por sua aplicação. Além disso, o professor pode contar com idéias e propostas dos próprios alunos para melhorar ainda mais os jogos e as atividades lúdicas. A pergunta: “pode-se ensinar brincando?” foi feita em algumas ocasiões de aplicação das atividades lúdicas aqui descritas e é o que se responde neste trabalho, não só aos professores de ensino médio que perguntaram e que trabalharam conjuntamente para que este trabalho fosse executado, mas também ao próprio autor, proponente deste que outrora foi um projeto de pesquisa, depois uma tese, e agora é um livro.
Caso queira adquirir um volume, você poderá encontrá-lo no site da Editora Exlibris.
Espero que gostem!
Ótimo dia a todos!!!

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innocent

os elementos de transição possuem
elétrons d e eles quando saltam a
uma órbita de mais elevada energia,
ao retornar a sua camada de origem
emitem fótons, ou seja, energia em
forma de luz em um determinado
comprimento de onda específico que
caracteriza a cor de cada espécie de
oxidação mesmo que em se tratando
do mesmo elemento químico. Espero
ter respondido a questão, vou
pesquisar mais e dedicar um post ao
assunto no Pesquisas de Química, ok?

Meio Ambiente, Química e Derivados

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Fiz uma breve pesquisa e busquei o material que acho que poderá lhe servir.

Esse tipo de tópico não há muito o que se acrescentar, é e pronto, é questão de pesquisa mesmo, e não queria deixar definido 1 ou outra referência, escolhi algumas que achei mais pertinentes e interessantes, pois quero que você leia e trie o que é mais importante para você.

Resuma o que foi colocado e adápte para seu trabalho, não cole e copie, pois seu professor por certo conhece esse material, ele está na internet e pode ser buscado no Google facilmente, ou seja, não “pague esse mico” nunca, ok?

Espero tê-la ajudado.

SIFONAÇÃO

É o processo de transporte de um líquido de um nível mais alto a outro mais baixo. Você faz um sifão funcionar sugando o líquido para o seu interior. O líquido então flui para o nível inferior porque a pressão é maior na extremidade alta do que na baixa.

https://i2.wp.com/fisica.cdcc.sc.usp.br/olimpiadas/01/img/gab00_f4.gif

Separação de Misturas

Ver artigo principal: Separação de Misturas

As misturas podem ser separadas usando os seguintes métodos:

  • Decantação: permite a separação de líquidos imiscíveis (que não se misturam) ou um sólido precipitado num líquido. Exs.: água e areia, água e óleo vegetal. Pode-se aproveitar a pressão atmosférica e a gravidade para auxiliar no processo de decantação. Um dos líquidos pode ser retirado por sifonação, que é a transferência, através de uma mangueira, de um líquido em uma posição mais elevada para outra, num nível mais baixo.

Pode-se ainda usar o princípio da decantação para a separação de misturas sólido-gás (câmara de poeira). A mistura sólido-gás atravessa um sistema em zigue-zague, o pó, sendo mais denso, se deposita pelo trajeto.

  • Filtração: este é um método de separação muito presente no laboratório químico e também no cotidiano. É usado para separar um sólido de um líquido ou sólido de um gás, mesmo que o sólido se apresente em suspensão. A mistura atravessa um filtro poroso, onde o material particulado fica retido.
  • Centrifugação: para separar líquidos imiscíveis (que não se misturam) ou um líquido de um sólido insolúvel em suspensão. Para fazer uma centrifugação é preciso uma centrifugadora. Esta máquina faz rodar a mistura (na qual uma das partes tem que ser líquida) a alta velocidade, provocando a separação pela acção da força que é aplicada (do centro para fora). A separação dá-se devido às diferenças de densidades dos materiais. Normalmente uma centrifugação é seguida de uma decantação.Ex: separar glóbulos vermelhos do plasma sanguíneo; separar a nata do leite.
  • Cristalização: separa um sólido cristalino de uma solução. Na cristalização há uma evaporação do solvente de uma solução provocando o aparecimento de cristais do soluto. Ex: o aparecimento do sal nas salinas.
  • Destilação: separa líquido(s) de sólido(s) dissolvidos ou líquido(s) de líquido(s). Na destilação acontecem duas mudanças de estado consecutivas: uma ebulição (vaporização) seguida de uma condensação. Na ebulição é retirado da mistura o componente com o ponto de ebulição mais baixo, e na condensação esse componente volta à sua forma líquida. Existe um tipo de destilação, a destilação fraccionada, que permite a separação de vários líquidos com pontos de ebulição muito próximos. Ex: obtenção de água destilada, aguardentes; separação dos diferentes componentes do petróleo.
  • Destilação Fracionada: é um método de separação de líquidos que participem de mistura homogênea ou heterogênea. Quanto mais distantes forem os pontos de ebulição destes líquidos, mais eficiente será o processo de destilação. Eleva-se a temperatura até que se alcance o ponto de ebulição do líquido que apresente valor mais baixo para esta característica e aguarda-se, controlando a temperatura, a completa destilação deste. Posteriormente, permite-se que a temperatura se eleve até o ponto de ebulição do segundo líquido. Quanto mais próximos forem os pontos de ebulição dos líquidos, menor o grau de pureza das frações destiladas. A destilação fracionada é usada na obtenção das diversas frações do petróleo.

Nos alambiques, este tipo de destilação é usado na obtenção de bebidas como a cachaça e o uísque. Na destilação fracionada em laboratório usa-se um equipamento como o mostrado abaixo.

  • Cromatografia: para separar substâncias com diferentes solubilidades num determinado soluto. Na cromatografia uma mistura é arrastada (por um solvente apropriado) num meio poroso e absorvente. Como diferentes substâncias têm diferentes velocidades de arrastamento num determinado solvente, ao fim de algum tempo há uma separação dos constituintes da mistura. Este processo é normalmente usado para pequenas quantidades de amostra. Ex: separação dos componentes de uma tinta.
  • Separação Magnética: consegue separar componentes que tenham propriedades magnéticas dos que não as possuem. Aproveitam-se as propriedades magnéticas de um dos componentes da mistura para o separar dos outros. Ex: areia e limalha de ferro; enxofre e limalha de ferro.
  • Extracção por Solvente: para usar este processo usa-se um solvente que só dissolve um dos constituintes da mistura.Ex: extração da cafeína do chá, usando clorofórmio; remover o iodo da água de iodo, com clorofórmio.
  • Catação: é um método de separação bastante rudimentar, usado para separação de sistemas sólido-sólido. Baseia-se na identificação visual dos componentes da mistura e na separação dos mesmos separando-os manualmente. É o método utilizado na limpeza do feijão antes do cozimento.
  • Peneiração: também conhecido como tamização, este método é usado na separação de sistemas sólido-sólido, onde um dos dois componentes apresente granulometria que permita que o mesmo fique preso nas malhas de uma peneira.
  • Ventilação: método de separação para sistemas sólido-sólido, onde um dos componentes pode ser arrastado por uma corrente de ar. Um bom exemplo é a separação da casca e do caroço do amendoim torrado.
  • Levigação: a água corrente arrasta o componente menos denso e o mais denso deposita-se no fundo do recipiente. Um bom exemplo é a lavagem da poeira do arroz.
  • Evaporação: método de separação de misturas sólido-líquido por evaporação do solvente, também conhecido como cristalização. Em recipiente aberto, simplesmente permite-se que o solvente evapore, deixando o sólido. Nas salinas, o sal é obtido a partir da água do mar através deste processo.
  • Dissolução Fracionada: é o processo de separação utilizado em misturas heterogéneas de sólidos quando um dos componentes dela é solúvel em um líquido e o outro não.
  • Fusão Fracionada: processo usado para separar sólidos cujos pontos de fusão são muito diferentes.
  • Solidificação Fracionada: Processo usado para separar liquidos cujo ponto de solidificação são muito diferentes.
  • Flotação: técnica de separação muito usada na indústria de minerais, na remoção de tinta de papel e no tratamento de água, entre outras utilizações. A técnica utiliza diferenças nas propriedades superficiais de partículas diferentes para as separar. As partículas a ser flotadas são tornadas hidrofóbicas pela adição dos produtos químicos apropriados. Então, fazem-se passar bolhas de ar através da mistura e as partículas que se pretende recolher ligam-se ao ar e deslocam-se para a superfície, onde se acumulam sob a forma de espuma.
  • Tamisação ou Peneiração: é um dos métodos mecânicos existentes, para separar sólidos ou partes de uma substância sólida que apresente grãos com dimensões diferentes.
  • Ventilação: método de separação para sistemas sólido-sólido, onde um dos componentes pode ser arrastado por uma corrente de ar. Um bom exemplo é a separação da casca e do caroço do amendoim torrado.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mistura

q4sepmisturas

Cristalização

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Arbusto com gelo.

Arbusto com gelo.

A cristalização é o processo (natural ou artificial) da formação de cristais sólidos de uma solução uniforme. Ela consiste de dois principais eventos, a nucleação e o crescimento dos cristais.

A nucleação é a etapa em que as moléculas do soluto dispersas no solvente começam a se juntar em clusters, em escala nanométrica. Esses clusters constituem o núcleo e só se tornam estáveis a partir de um certo tamanho crítico, que depende das condições de operação (temperatura, supersaturação, irregularidades, etc). Se o cluster não atinge a estabilidade necessária ele redissolve. É no estágio de nucleação que os átomos se arranjam de uma forma definida e periódica que define a estrutura do cristal.

O crescimento do cristal é o subseqüente crescimento do núcleo que atingiu o tamanho crítico do cluster. A nucleação e o crescimento continuam a ocorrer simultaneamente enquanto a supersaturação existir. A supersaturação é a força motriz da cristalização, portanto, a velocidade de nucleação e de crescimento é comandada pela existência de supersaturação na solução. Dependendo das condições, tanto a nucleação quanto o crescimento podem ser predominantes um sobre o outro, e conseqüentemente, são obtidos cristais com tamanhos e formatos diferentes (o controle do tamanho e da forma dos cristais constitui um dos principais desafios da industria de manufaturação, como as farmacêuticas). Quando a supersaturação é ultrapassada, o sistema sólido-liquido atinge o equilibrio e a cristalização está completa, a menos que as condições de operação forem modificadas do equilíbrio de forma a supersaturar a solução novamente.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cristaliza%C3%A7%C3%A3o

Recristalização

A recristalização é uma método de purificação de compostos orgânicos que são sólidos a temperatura ambiente. O princípio deste método consiste em dissolver o sólido em um solvente quente e logo esfriar lentamente. Na baixa temperatura, o material dissolvido tem menor solubilidade, ocorrendo o crescimento de cristais. Se o processo for lento ocorre a formação de cristais então chamamos de cristalização, se for rápida chamamos de precipitação. O crescimento lento dos cristais, camada por camada, produz um produto puro, assim as impurezas ficam na solução. Quando o esfriamento é rápido as impureza são arrastadas junto com o precipitado, produzindo um produto impuro. O fator crítico na recristalização é a escolha do solvente. O solvente ideal é aquele que dissolve pouco a frio e muito a quente.

Acesse esse site para ver as animações das etapas:

http://www.pucrs.br/quimica/professores/arigony/praticas/acetanilida/recristalizacao.htm

RECRISTALIZAÇÃO

Purificação de sólidos por recristalização

Impurezas

Recristalização em semi-microescala: Funil de Hirsh ou Buchner

Recristalização em microescala: Tubo de Craig

Processos utilizados

Parte experimental: recristalização da Acetanilida

Seminário-LIC-Recristalização – versão 2000

Seminário-BAC-Recristalização – versão 2000

Fonte: http://labjeduardo.iq.unesp.br/orgexp1/recristalizacao.htm

Métodos especiais para separar misturas heterogêneas


O sangue é fracionado por centrifugação.

Existem misturas que não podem ser separadas pelos métodos tradicionais, é preciso então recorrer a métodos especiais. Vejamos alguns:

Levigação: Quando uma mistura se forma por substâncias sólidas de densidades diferentes, pode-se utilizar uma corrente de água para separá-las. É o caso do ouro, que normalmente é encontrado junto a uma porção de terra ou areia. Para separar essas substâncias, tritura-se a mistura dentro de um recipiente próprio e passa-se uma corrente de água por ela. A parte menos densa (a areia ou a terra) é carregada pela água, enquanto a mais densa (o ouro) fica depositada no fundo. Esse processo separa os elementos mais densos dos menos densos.

Flotação: Para separar uma mistura de areia e pó de serra, por exemplo, basta colocar a mistura numa vasilha e juntar água. A parte menos densa da mistura (o pó de serra) flutua, enquanto a parte mais densa (a areia) fica no fundo da vasilha. A flotação é muitas vezes empregada na mineração para separar os minérios de suas impurezas. Nesse caso, procede-se da seguinte maneira: tritura-se a rocha e adiciona-se óleo. As partículas de minério vão se fixar no óleo. Juntando-se água ao conjunto, as partículas fixadas no óleo vão para a superfície e as impurezas ficam no fundo da vasilha.

A decantação é um método tradicional de separação de misturas heterogêneas, consiste em escorrer um líquido misturado a outro, mas muitas vezes ele não é muito eficaz. Existem métodos alternativos como a centrifugação e a sifonação:

Centrifugação: Se quisermos separar rapidamente o sólido de um líquido podemos “acelerar” a decantação. Para isso coloca-se a mistura num aparelho chamado centrífuga, que gira em alta velocidade, depositando no fundo as partículas sólidas, que são mais densas. Hoje em dia, esse processo pode ser observado em nossa própria casa. As máquinas de lavar roupas, por exemplo, possuem um dispositivo para centrifugar, que é acionado quando se quer “torcer” a roupa. Girando em alta velocidade, as roupas são lançadas contra as paredes da máquina, extraindo boa parte da água.
Outro exemplo é a centrífuga que é usada em laboratórios de análises clínicas para separar os componentes do sangue, com ela pode ser feita a sedimentação dos glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas do sangue. Ao ser agitado separa-se a parte sólida (glóbulos, plaquetas) do sangue, da parte líquida que é o plasma.

Sifonação: Depois de uma decantação, se não for possível entornar o recipiente e despejar o líquido, podemos retirá-lo com a sifonação. Esse método pode ser realizado com mais precisão se for utilizado um funil de decantação, que consiste num recipiente de vidro. Se colocarmos, por exemplo, neste recipiente uma mistura de água e óleo e deixarmos decantar por um instante, ao abrirmos a torneira que fica na parte inferior do funil, a água escorre, fecha-se a torneira e obtemos a separação.
Por Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola

Química GeralQuímicaBrasil Escola

http://www.brasilescola.com/quimica/metodos-especiais-para-separar-misturas-heterogeneas.htm

Separação de Misturas

Por Alexandre Oliveira Assinar feed do autor
alexandre@bol.com.br

I – ANÁLISE IMEDIATA

Na natureza, raramente encontramos substâncias puras. Em função disso, é necessário utilizarmos métodos de separação se quisermos obter uma determinada substância.

Para a separação dos componentes de uma mistura,. Ou seja, para a obtenção separada de cada uma das suas substâncias puras que deram origem à mistura, utilizamos um conjunto de processos físicos denominados análise imediata. Esses processos não alteram a composição das substâncias que formam uma dada mistura.

A escolha dos melhores métodos para a separação de misturas exige um conhecimento anterior de algumas das propriedades das substâncias presentes. Assim, se tivermos uma mistura de açúcar e areia, devemos saber que o açúcar se dissolve na água, enquanto a areia não se dissolve.

Muitas vezes, dependendo da complexidade da mistura, é necessário usar vários processos diferentes, numa seqüência que se baseia nas propriedades das substâncias presentes na mistura.

Alguns dos métodos de separação são tão comuns que nem pensamos neles como processos de separação, por exemplo, a “escolha” dos grãos de feijão (catação) e a separação de amendoim torrado das suas cascas (ventilação), ou ainda as máquinas existentes em bancos, as quais separam as moedas em função de seus tamanhos (tamisação). Esse processo é também usado para separar laranjas em diferentes tamanhos ou quando usamos uma peneira.

Vamos estudar agora, alguns desses principais processos de separação.

01. SEPARAÇÃO DOS COMPONENTES DE MISTURAS HETEROGÊNEAS

I – SÓLIDO – SÓLIDO

a) Catação: usando a mão ou uma pinça, separam-se os componentes sólidos.

b) Ventilação: o sólido menos denso é separado por uma corrente de ar.

c) Levigação: o sólido menos denso é separado por uma corrente de água. A levigação é usada, por exemplo, para separar areia e ouro: a areia é menos densa e por isso, é arrastada pela água corrente; o ouro, por ser mais denso, permanece no fundo da bateia.

d) Separação magnética: um dos sólidos é atraído por um ímã. Esse processo é utilizado em larga escala para separar alguns minérios de ferro de suas impurezas.

e) Cristalização fracionada: todos os componentes da mistura são dissolvidos em um líquido que, em seguida, sofre evaporação provocando a cristalização separada de cada componente. A cristalização fracionada é usada, por exemplo, nas salinas para a obtenção de sais a partir da água do mar. A evaporação da água permite a cristalização de diferentes sais, sendo que o último a ser obtido é o cloreto de sódio (NaCl), usado na alimentação.

f) Dissolução fracionada: um dos componentes sólidos da mistura é dissolvido em um líquido. Por exemplo, a mistura sal + areia. Colocando-se a mistura em um recipiente com água, o sal irá se dissolver e a areia se depositar no fundo do recipiente, podendo agora ser separados pelos seguintes processos: a filtração separa a areia (fase sólida) da água salgada (fase líquida) e com a evaporação da água obteremos o sal.

g) Peneiração: usada para separar sólidos constituintes de partículas de dimensões diferentes. São usadas peneiras que tenham malhas diferentes. Industrialmente, usam-se conjuntos de peneiras superpostas que separam as diferentes granulações.

h) Fusão fracionada: Serve para separar sólidos, tomando por base seus diferentes pontos de fusão. Baseia-se, portanto, num aquecimento da mistura com controle da temperatura.

i) Sublimação: é usada quando um dos sólidos, por aquecimento, se sublima (passa para vapor), e o outro permanece sólido. Exemplo: sal e iodo ou areia e iodo (o iodo se sublima por aquecimento).

Obs.: As principais substâncias que podem ser separadas por sublimação são: o iodo, o enxofre e a naftalina (naftaleno).

II- SÓLIDO – LÍQUIDO

a) Decantação: a fase sólida, por ser mais densa, sedimenta-se, ou seja, deposita-se no fundo do recipiente

Obs.: a separação das duas fases pode ser feita de duas maneiras:

  • vira-se lentamente a mistura em um outro frasco;
  • com o auxílio de um sifão, transfere-se a fase líquida para um outro frasco (sifonação)

a) Centrifugação: é uma maneira de acelerar o processo de decantação, utilizando um aparelho denominado centrifuga. Na centrífuga, devido ao movimento de rotação, as partículas de maior densidade, por inércia , são arremessadas para o fundo do tubo.

b) Filtração simples: a fase sólida é separada com o auxílio de papéis de filtro. A preparação do café e o filtro de água são dois exemplos do uso da filtração no dia-a-dia.

c) Filtração à vácuo: O processo de filtração pode ser acelerado pela filtração à vácuo, onde uma trompa de vácuo “suga” o ar existente na parte interior do kitassato, o que permite um mais rápido escoamento do líquido. Observe o esquema ao lado.

III- LÍQUIDO – LÍQUIDO

Decantação: separam-se líquidos imiscíveis com densidades diferentes; o líquido mais denso acumula-se na parte inferior do sistema. Em laboratório usa-se o funil de bromo, também conhecido como funil de decantação, ou ainda, funil de separação. Num sistema formado por água e óleo, por exemplo, a água, por ser mais densa, localiza-se na parte inferior do funil e é escoada abrindo-se az torneira de modo controlado. A decantação pode ser feita de uma maneira mais rudimentar, utilizando-se um sifão (sifonação).

IV- GÁS – SÓLIDO

a) Decantação: a mistura passa através de obstáculos, em forma de zigue-zague, onde as partículas sólidas perdem velocidade e se depositam.

Industrialmente, esse processo é feito em equipamento denominado câmara de poeira ou chicana, conforme o esquema:

b) Filtração: A mistura passa através de um filtro, onde o sólido fica retido. Esse processo é muito utilizado nas indústrias, principalmente para evitar o lançamento de partículas sólidas na atmosfera. A filtração é também usada nos aspiradores de pó, onde o sólido é retido (poeira) à medida que o ar é aspirado.

02 . SEPARAÇÃO DOS COMPONENTES DE MISTURA HOMOGÊNEA

I- SÓLIDO – LÍQUIDO

Nas misturas homogêneas sólido-líquido (soluções), o componente sólido encontra-se totalmente dissolvido no líquido, o que impede as sua separação por filtração. A maneira mais comum de separar os componentes desse tipo de mistura está relacionada com as diferenças nos seus pontos de ebulição (PE). Isto pode ser feito de duas maneiras:

a) Evaporação: a mistura é deixada em repouso ou é aquecida até o líquido (componente mais volátil) sofra evaporação. Esse processo apresenta um inconveniente: a perda do componente líquido.

b) Destilação simples: a mistura é aquecida em uma aparelhagem apropriada, de tal maneira que o componente líquido inicialmente evapora e, a seguir, sofre condensação, sendo recolhido em outro frasco. Veja como é feita a destilação em laboratório:

Obs.: A entrada de água corrente no condensador deve ser feita pela parte inferior do aparelho para permitir que seu tubo externo esteja sempre completamente preenchido por água fria, que irá sair pela parte superior.

II – LIQUIDO – LÍQUIDO

a)Destilação fracionada: consiste no aquecimento da mistura de líquidos miscíveis (solução), cujos pontos de ebulição (PE) não sejam muito próximos. Os, líquidos são separados na medida em que cada um dos seus pontos de ebulição é atingido. Inicialmente, é separado o líquido com menor PE; depois, com PE intermediário e assim sucessivamente até o líquido de maior PE. A aparelhagem usada é a mesma de uma destilação simples, com o acréscimo de uma coluna de fracionamento ou retificação. Um dos tipos mais comuns de coluna de fracionamento apresenta no seu interior um grande número de bolinhas de vidro, em cuja superfície ocorre condensação dos vapores do líquido menos volátil, ou seja, de maior ponto de ebulição, que voltam para o balão. Enquanto isso, os vapores do líquido mais volátil atravessam a coluna e sofrem condensação fora dela, no próprio condensador, sendo recolhidos no frasco. Só depois de todo o líquido mais volátil ter sido recolhido é que o líquido menos volátil passará por evaporação e condensação.

Obs.: Esse processo é muito utilizado, principalmente em indústrias petroquímicas, na separação dos diferentes derivados do petróleo. Nesse caso, as colunas de fracionamento são divididas em bandejas ou pratos. Esse processo também é muito utilizado no processo de obtenção de bebidas alcoólicas (alambique).

Existem casos de misturas homogêneas de líquidos que não podem ser separadas por processos físicos como, por exemplo a destilação. Isso porque tais misturas destilam em proporções fixas e constantes, como se fossem uma substância pura. Essas misturas são denominadas misturas azeotrópicas. Assim, o álcool etílico forma com a água uma mistura azeotrópica (95,5% de álcool e 4,5% de água) que destila à temperatura de 78,1° C.

Então, para obtermos o álcool anidrido ou álcool absoluto (álcool puro) utilizamos processos químicos. Adicionamos à mistura azeotrópica água e álcool, por exemplo, óxido de cálcio (CaO), que reage com a água produzindo hidróxido de cálcio Ca(OH)2. A seguir, submetemos a mistura a uma destilação, pois agora somente o álcool destila, sendo portanto, recolhido puro no béquer.

Observe na tabela abaixo, alguns casos de misturas azeotrópicas:

MISTURA AZEOTRÓPICA PONTO DE EBULIÇÃO
álcool etílico (95,5%) + água (4,5%) 78,1° C
acetona (86,5%) + metanol (13,5%) 56° C
álcool etílico (7%) + clorofórmio (93%) 60° C
ácido fórmico (77,5%) + água (22,5%) 107,3° C

III – GÁS – GÁS

a) Liquefação fracionada: a mistura de gases passa por um processo de liquefação e, posteriormente, pela destilação fracionada.

Obs.: Uma aplicação desse processo consiste na separação dos componentes do ar atmosférico: N2 e O2. Após a liquefação do ar, a mistura líquida é destilada e o primeiro componente a ser obtido é o N2, pois apresenta menor PE (-195,8 ° C); posteriormente, obtém-se o O2, que possui maior PE (-183 ° C).

b) Adsorção: Consiste na retenção superficial de gases.

Alguma substâncias, tais como o carvão ativo, têm a propriedade de reter, na sua superfície, substâncias no estado gasoso. Uma das principais aplicações da adsorção são as máscaras contra gases venenosos.

II – ANÁLISE CROMATOGRÁFICA OU CROMATOGRAFIA

Esse método, utilizado para a separação e identificação dos componentes de uma mistura, é relativamente recente. Na maioria das cromatografias, os componentes separados são identificados pela sua cor (cromos = cor). A cromatografia tem a vantagem de permitir até mesmo a separação de componentes em quantidades muito pequenas. Existem atualmente vários tipos de cromatografia, sendo que a primeira a ser utilizada foi a cromatografia em papel.

Adiciona-se uma gota da mistura a ser analisada em uma tira de papel de filtro, próximo a uma das extremidades. Depois que a gota da mistura seca, a tira de papel é colocada em um frasco contendo um solvente apropriado, de tal modo que o nível do solvente fique abaixo da gota.

O solvente é absorvido gradativamente pela tira de papel e, devido às diferentes solubilidades e aos diferentes tamanhos das moléculas, os componentes da mistura “sobem” com diferentes velocidades. Com isso, os componentes se separam em diferentes regiões da tira de papel.

Esse processo, além de permitir a determinação do número de componentes presentes na mistura, permite também a identificação das substâncias . Para se conseguir essa identificação, comparam-se os resultados obtidos na cromatografia da mistura com outros resultados obtidos em experiências anteriores, feitas com substâncias puras.

III – TRANSFORMAÇÕES DA MATÉRIA

Qualquer transformação sofrida pela matéria é considerada fenômeno, ou ainda qualquer acontecimento na natureza que podem ser classificados em:

  • Fenômenos físicos;
  • Fenômenos químicos.

a) FENÔMENOS FÍSICOS

São aqueles que não alteram a natureza da matéria, isto é, a sua composição. Ou ainda:

Fenômeno físico é toda e qualquer transformação sofrida por um material sem que haja alteração de sua constituição íntima, sendo possível a sua recuperação por métodos elementares.

Ex.: mudanças de estado físico da matéria (estado de agregação); dissolução do açúcar em água; cortar uma árvore; acender uma lâmpada; uma fruta caindo da árvore, etc.

b) FENÔMENOS QUÍMICOS

São aqueles que alteram a composição da matéria, ou seja, a sua composição. Ou ainda:

Fenômeno químico é toda e qualquer transformação sofrida por um material de modo que haja alteração de sua constituição íntima, não sendo possível a sua recuperação por métodos elementares.

Ex.: a queima do álcool ou da gasolina, riscar um palito de fósforo (reações de combustão); formação da ferrugem (reações de oxidação); digestão dos alimentos, etc.

Quando ocorre um fenômeno químico, uma ou mais substâncias se transformam e dão origem a novas substâncias. Então, dizemos que ocorreu uma reação química.

VISUALIZAÇÃO DE UM FENÔMENO QUÍMICO OU REAÇÃO QUÍMICA

Uma maneira bem simples de reconhecermos a ocorrência de um fenômeno químico é a observação visual de alterações que ocorrem no sistema. A formação de uma nova substância está associada a:

1. Mudança de cor. Exemplos: queima de papel; cândida ou água sanitária em tecido colorido; queima de fogos de artifício.

2. Liberação de um gás (efervescência). Exemplos: antiácido estomacal em água; bicarbonato de sódio (fermento de bolo) em vinagre.

Às vezes, uma única substância, ao ser aquecida, transforma-se em outras, antes de atingir uma temperatura que possibilite sua mudança de estado. Assim, o aquecimento do carbonato de cálcio, existentes nas rochas calcárias, não leva à fusão, mas à sua decomposição, na qual se obtém um gás:

CaCO3 —————-> CaO + CO2
carbonato de cálcio

óxido de cálcio ou cal gás carbônico
(sólido)

(sólido) (gás)

3. Formação de um sólido (formação de precipitado). Ao misturar dois sistemas líquidos ou um sistema líquido e um gás, poderá ocorrer a formação de uma nova substância sólida, que chamamos de precipitado. Com o tempo o sólido formado se deposita no fundo do recipiente, isto é, sofre decantação. Exemplos: líquido de bateria de automóvel + cal de pedreiro dissolvida em água; água de cal + ar expirado pelo pulmão (gás carbônico).

4. Uma outra forma de reconhecermos se ocorreu uma reação química é a alteração da quantidade de energia na reação.

Quando colocamos magnésio metálico em ácido clorídrico, além de observarmos a saída de gases, notamos que o recipiente em que eles foram misturados fica aquecido, isto é, há liberação de calor para o ambiente. As combustões são reações que liberam calor.

Efeitos térmico acompanham as reações químicas; quanto a eles as reações podem ser:

  • Exotérmicas: liberam calor para o ambiente.
  • Endotérmicas: absorvem calor do ambiente.

http://www.algosobre.com.br/quimica/separacao-de-misturas.html

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Novidades no Glúon / Blog

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Jogando você ajuda a ciência!
http://www.gluon.com.br/blog/2008/05/10/jogo-proteinas/
Um jogo ajuda a entender o enovelamento de proteínas.

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O que vai acontecer no Large Hadron Colider?
http://www.gluon.com.br/blog/2008/05/03/lhc-acontecer-fatos/
A polêmica pode ajudar na divulgação dos resultados? Ou só atrapalha?

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Registrando a variação da densidade
http://www.gluon.com.br/blog/2008/05/02/densidades-fluidos/
Vídeo com técnica de registro de densidade de fluídos.

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Concursos e editais – onde encontrar?
http://www.gluon.com.br/blog/2008/05/02/edital-procurar-concurso/
Dicas para quem procura emprego em área acadêmica.

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Robô que se reconstrói
http://www.gluon.com.br/blog/2008/05/01/robo-modulos/
Um passo para o T1000.

Até
Prof. Luís Brudna
luisbrudna@gmail.com

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FUNDAÇÃO CECIERJ/CONSÓRCIO CEDERJ
PROCESSO DE SELEÇÃO PARA OS CURSOS DE ATUALIZAÇÃO DE PROFESSORES

Edital – PRIMEIRO TRIMESTRE 2008

A FUNDAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – FUNDAÇÃO CECIERJ/Consórcio CEDERJ da SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA – SECT abrirá inscrições para os Cursos de Atualização de Professores 2008, na modalidade semipresencial, nas áreas de Biologia, Educação em Ciências, Física, Geografia, Informática Educativa, Matemática e Química, voltados para professores das áreas específicas e afins, assim como para graduados e licenciandos de último ano, de acordo com o número de vagas abaixo discriminado:

ÁREA VAGAS
Biologia 500
Educação em Ciências 500
Física 600
Geografia 800
Informática Educativa 1000
Matemática 1000
Química 600

I – DAS INSCRIÇÕES

As inscrições deverão ser feitas exclusivamente via internet, através do preenchimento da Ficha de Inscrição no site da Fundação CECIERJ/Consórcio CEDERJ (www.cederj.edu.br/extensao), no período de 15 de abril a 15 de maio.
Para se inscrever no curso de atualização de professores, o candidato deverá ter domínio da navegação na internet e ter um e-mail pessoal ativo.
No ato da inscrição o candidato deverá escolher o pólo cujo endereço lhe seja mais conveniente, dentre aqueles onde estão sendo oferecidos os cursos.
Todas e quaisquer informações e alterações relativas ao processo seletivo de que trata este Edital constarão do site www.cederj.edu.br/extensao
Os candidatos não serão avisados por qualquer outro meio de comunicação.
Os Cursos de Atualização de Professores nas áreas de Biologia, Educação em Ciências, Física, Química, Matemática, Geografia e Informática Educativa são voltados para professores das áreas específicas e afins.
Caso o número de candidatos exceda o número de vagas disponíveis na disciplina se dará prioridade:

  1. Aos professores de escolas públicas em exercício no estado do Rio de Janeiro, considerando as áreas de formação e atuação;
  2. aos professores das escolas particulares;
  3. aos graduados na área específica e
  4. aos licenciandos de último ano.

II – DOS RESULTADOS DA SELEÇÃO

A divulgação do resultado do processo seletivo será em 20 de maio, neste site.
No período de 20 a 27 de maio o candidato deverá confirmar sua participação na(s) disciplina(s) para a(s) qual(is) se inscreveu e foi aceito. A confirmação só poderá ser efetuada no site www.cederj.edu.br/extensao
Não serão aceitas confirmações de participação por outros meios de comunicação.

III – DA DOCUMENTAÇÃO

Após realizar inscrição pela internet, o candidato deverá enviar os documentos até o dia 1º de junho. Os candidatos inscritos que não enviarem a documentação exigida serão excluídos.
Documentos:

  • Cópia do CPF;
  • Cópia da Carteira de Identidade;
  • Cópia do diploma que comprove a conclusão do curso de graduação na área específica do curso ou em áreas afins, ou, no caso de licenciandos, declaração oficial da instituição informando que o aluno está cursando o último ano de Licenciatura;
  • Se estiver em exercício de magistério, comprovante emitido pela escola pública ou privada.

Endereço para envio:

FUNDAÇÃO CECIERJ/CEDERJ – EXTENSÃO
Coordenador do Curso de ______________ (designar área específica)
Rua Visconde de Niterói, 1364 – Prédio Anexo, 4o andar
Mangueira – CEP 20943-001 – Rio de Janeiro – RJ

Estão dispensados do envio de documentos os candidatos que já o fizeram anteriormente.
Em caso de dúvida, o candidato poderá ligar para os telefones: 0800 2823939 e (21) 2299-9490.

IV – DOS CURSOS

Os Cursos de Atualização de Professores estão organizados em disciplinas que serão oferecidas em 3 trimestres. Cada disciplina tem carga horária de 30 horas. O candidato professor poderá inscrever-se em no máximo 2 disciplinas em cada trimestre.
O licenciando do último ano poderá cursar apenas uma disciplina por trimestre, só podendo completar a 4a disciplina do Curso de Atualização, após a comprovação de sua Graduação.
O candidato poderá se inscrever em disciplinas fora de sua área de formação e atuação. No entanto, para certificação no Curso de Atualização serão necessárias 120 horas na mesma área.
As informações sobre os cursos estão disponíveis nos links específicos de cada área no site www.cederj.edu.br/extensao

V – DA AVALIAÇÃO

Em cada disciplina ocorrerão avaliações a distância (AD), com datas ou prazos previamente determinados e uma Avaliação Presencial (AP) ao final. Um mesmo dia e horário serão reservados para as avaliações presenciais de todas as disciplinas (veja o calendário). O professor cursista fará a avaliação presencial no pólo no qual se inscreveu, podendo haver necessidade, de acordo com a conveniência de racionalização de recursos da Fundação CECIERJ, de se deslocar para um pólo próximo.
Será atribuída nota zero a qualquer avaliação a distância ou presencial não realizada.
Só poderá participar da avaliação presencial o cursista que tiver realizado pelo menos uma avaliação a distância.
A média aritmética das notas das ADs terá peso 4 e a nota da AP terá peso 6. Serão considerados aprovados os cursistas que obtiverem média ponderada maior ou igual a 6,0 (seis).
Os resultados das avaliações serão publicados neste site.

VI – DA CERTIFICAÇÃO

Um  Certificado de Atualização na área específica, será concedido ao professor cursista que cumprir, com aprovação, uma carga horária mínima de 120 horas, durante o período de 6 trimestres letivos consecutivos, exceto o cursista licenciando que terá 9 trimestres letivos consecutivos.
O tempo para a conclusão do Curso de Atualização é contado a partir da primeira aprovação em alguma disciplina. Excepcionalmente, o prazo poderá ser estendido por mais um trimestre letivo ao professor cursista.
Os licenciandos do último ano só poderão completar a 4a disciplina do Curso de Atualização, após a comprovação de sua Graduação.

VII – DO CALENDÁRIO

1º trimestre – 2008

Inscrições: 15 de janeiro a 10 de fevereiro
Resultado da seleção: 12 de fevereiro
Período de confirmação de inscrição: 12 a 17 de fevereiro
Período letivo: 20 de fevereiro a 10 de maio
Envio da documentação: 19 de fevereiro
Avaliação presencial: 10 de maio, às 9 horas

2º trimestre – 2008

Inscrições: 15 de abril a 15 de maio
Resultado da seleção: 20 de maio
Período de confirmação de inscrição: 20 a 27 de maio
Período letivo: 2 de junho a 23 de agosto
Envio da documentação: 1º de junho
Avaliação presencial: 23 de agosto, às 9 horas

3º trimestre – 2008

Inscrições: 4 a 24 de agosto
Resultado da seleção: 27 de agosto
Período de confirmação de inscrição: 27 de agosto a 3 de setembro
Período letivo: 9 de setembro a 29 de novembro
Envio da documentação: 8 de setembro
Avaliação presencial: 29 de novembro, às 9 horas

VIII – PÓLOS / ENDEREÇOS

Atenção: os pólos não funcionam às segundas-feiras.

  • Angra dos Reis
    Pólo Verolme
    Av. dos Trabalhadores, 179 – Jacuecanga
    Tel.: (24) 3366-7128
  • Bom Jesus do Itabapoana
    Colégio Estadual Padre Mello
    Av. Gov. Roberto Silveira, s/n. Centro
    Tel.: (21) 2299-9810 – (22) 3831-8067
  • Campo Grande (Zona Oeste)
    Instituto de Educação Sarah Kubitscheck
    Rua Manoel Caldeira de Alvarenga, 1203 – Campo Grande
    Tel.: 2415-0074
  • Campos (Posto) – Somente disciplinas de Biologia e Educação em Ciências
    UENF
    Prédio CBB – sala 212
    Tel.: (22) 2726-1693
  • Cantagalo
    Pólo do CEDERJ
    Rua Chapot Prevost, 157 – Centro
    Tel.: (21) 2299-9811 – (22) 2555-1492
  • Duque de Caxias – ATENÇÃO, NOVO ENDEREÇO
    Rua Marechal Floriano nº 555 – Jardim 25 de Agosto
  • Itaocara
    Escola Municipal Prof. Nildo Caruso Nara
    Rua Nilo Peçanha, 471 – Centro
    Tel.: (21) 2299-9833 – (22) 3861-2937
  • Itaperuna
    CIEP – Lina Bo-Bard
    Av. Zulamith Bittencourt s/nº (ao lado da rodoviária)
    Tel.: (22) 3822-4309 – (21) 2299-9812
  • Macaé
    UNED Macaé – CEFET
    Rod. Amaral Peixoto, Km 164 – Imboacica
    Tel.: (21) 2299-9813 – (22) 2773-6530 – R. 2004
  • Magé
    E.M. Raphael Cozzolino Neto
    Estrada do Contorno s/nº Br 493, Km18.
    Esquina com a avenida das Flores – Barbuda
  • Niterói
    E.M. Paulo Freire
    Rua Soares Miranda, 77 – Fonseca
    Tel.: (21) 2603-8430
  • Nova Friburgo
    IPRJ – Campus Regional da UERJ
    Rua Alberto Rangel s/nº – Vila Nova
    Tel.: (21) 2299-9778 – (22) 2528-8540 – R.259
  • Nova Iguaçu
    Rua Doutor Paulo Fróes Machado, 28 – Centro
    Tel.: (21) 2299-9495
  • Paracambi
    Centro Tecnológico Universitário
    Rua Sebastião de Lacerda, s/nº – Fábrica
    Tel.: (21) 2299-9815 – (21) 3693-3078
  • Petrópolis
    Pólo do CEDERJ
    Rua Domingos Silvério, s/nº – Quitandinha
    Tel.: (21) 2299-9816 – (24) 2246-8680
  • Piraí
    Pólo do CEDERJ
    Rua Roberto Silveira, 86 – Centro
    Tel.: (21) 2299-9817 – (24) 2431-3139/2431-2662
  • Resende
    Rodovia Pres. Dutra km 298 (antiga fábrica da SAKURA/KODAK) – Pólo Industrial
  • Rio Bonito
    Colégio Municipal Astério Alves de Mendonça
    BR-101, km 265 – Praça Cruzeiro – CEP 28800-000
    Tel.: (21) 2734-0199 – Fax: (21) 2734-2730
  • Rio das Flores
    Posto CEDERJ
    Rua Cel. Eurico de Castro, 12 – Centro.
    Tel.: (24) 2458-6033
  • Rio de Janeiro
    CEDERJ / EXTENSÃO – Sede Mangueira
    Rua Visconde de Niterói, 1364 – Mangueira
    Rio de Janeiro – RJ – CEP: 20943-001
    Tel.: (021) 2299-9490 e 0800 282 3939
    Atenção para o local das provas no Rio de Janeiro:
    UERJ Maracanã
    R. São Francisco Xavier, 524
    7º andar – Bloco F
  • Santa Maria Madalena
    CIEP 273 – Prof. Graciano C. Filho
    Rua Honório Dubois, s/nº – Centro
    Tel.: (22) 2561-3231
  • São Fidélis
    CIEP 420 – Professor Joaquim Maia Brandão
    Rua Elysio da Costa Santos, s/nº – Dirley Perlingeiro de Abreu
    Tel.: (21) 2299-9818 – (22) 2758-4738 – 2758-5056
  • São Francisco de Itabapoana
    CIEP 470 – Celso M. Cordeiro
    Rua Antonio Pinheiro Filho, 2 – Centro
    Tel.: (21) 2299-9822 – (22) 2789-1850
  • São Pedro da Aldeia
    CIEP Cordelino Teixeira de Paulo
    Rua 12 de outubro, s/nº – Estação
    Tel.: (21) 2299-9819
  • Saquarema
    Escola Municipal Edilson Vignoli Marins
    Rua Antônio Ferreira, 110 – 2º andar – Rio da Areia – Bacaxá
    Tel.: (21) 2299-9831
  • Três Rios
    Pólo de Educação Superior a Distância Alencar Jacob
    Escola Municipal Walter Franklin
    Rua Marechal Deodoro, nº 117 – Centro
    Tel.: (21) 2299-9820 – (24) 2255-4574
  • Volta Redonda
    Pólo de Educação Superior a Distância Prof. Darcy Ribeiro
    Rua 539, s/nº – Jd. Paraíba
    Tel.: (21) 2299-9821 – (24) 3339-4221

IX – DISPOSIÇÕES FINAIS

Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria da Extensão.

INFORMAÇÕES

http://www.cederj.edu.br/extensao/

Abraços,
Carlos Laurindo+

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