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Para discutirmos a áudio-descrição da representação do modelo de Thomson utilizado no capítulo 11 do Livro “Química”, vol. 1 da profª Martha Reis, produzimos um texto e postamos no blog juntamente a um exercício.
Esperamos que participem respondendo à enquete proposta e, em sequência possamos debater as respostas de cada um. Vamos começar?

14192595_219769968426403_7650744772079762188_nUm século depois da teoria de Dalton, o físico inglês J. J. Thomson (1856 – 1940) avançou na hipótese do átomo. Seu modelo atômico ficou conhecido como “plum pudding” (uma sobremesa inglesa que se assemelha muito a um panetone) que acabou sendo traduzido para o português como “pudim de passas” (o que leva a todos a uma imagem errada, caracterizando ao modelo um obstáculo verbal à luz de Bachelard).  A ideia seria que o modelo em questão pudesse atender a uma estrutura que incluísse ao átomo a existência da recente descoberta dos elétrons. Essa representação insere as cargas negativas dos elétrons imersos no setor do espaço de cargas positivas, de maneira que os átomos sejam eletricamente neutros.

O grande diferencial desse modelo foi que o atomista em questão descobriu com os experimentos com raios catódicos a existência do elétron.

A segunda análise proposta será a áudio-descrição do tópico…

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Alunos do Laboratório de Microbiologia Molecular e Proteínas (LaMMP) participaram do Concurso de Microcervejeiros Artesanais na 3ª Feira de Pequenos Cervejeiros. O concurso foi organizado pela Liga de Empreendedorismo em Alimentos (LEMA – Liga de Empreendedorismo e Alimentos da EQ- UFRJ) e contou com 12 inscritos, competindo com o estilo American Pale Ale.
A Barbara, nome da cerveja do LaMMP, ficou em segundo lugar. A cerveja foi batizada de Barbara, em homenagem a geneticista Barbara MacClintock, ganhadora do Prêmio Nobel de medicina em 1983 pela descoberta dos elementos genéticos móveis, os chamados transposons. A LaMMP-Beer planeja produzir uma série de cervejas homenageando mulheres cientistas.
Em uma única cerveja a bioquímica do processo cervejeiro e a divulgação científica!
Parabéns a todos do grupo: Candida Carneiro, Leticia Dobler, Camilla de Souza, Juliana Pereira, Gabriela Breda, Marcelo Holanda e ao Prof. Rodrigo Almeida.

Fonte: Facebook do Programa de Pós-Graduação de Bioquímica


A querida Rosa Matsushita, gentilmente me concedeu uma pequena entrevista sobre as dificuldades atravessadas pelos audiodescritores ao realizar o trabalho com a edição dos roteiros das áudio-descrições dos livros didáticos. Confira no blog e comente!
Entrevista com a audiodescritora Rosa Matsushita (sobre livros didáticos)

15350622_10206314763823014_5708422614573339394_n1) As imagens didáticas da química são complexas? Por quê?

Algumas imagens estáticas, principalmente em livros didáticos de Química, Física ou Biologia, são extremamente complexas para quem não é da área.

Fazer a leitura destas imagens exige conhecimento, estudo e muita pesquisa. É como a tradução de uma língua, que possui diversas gírias, jargões, que só entendemos se “convivermos” com aquela linguagem. Com essas matérias é a mesma coisa. Por exemplo, é preciso viver no mundo da Química para podermos fazer a tradução correta dela. Portanto, a áudio-descrição de imagens de Química é complexa sim, mas para as pessoas leigas. Acredito que um profissional da Química, desde que também seja profissional da áudio-descrição, pode trabalhar tranquilamente com essas imagens.

2) E consultores de química que avaliem os roteiros das imagens estáticas dos livros didáticos de química existem? São muitos?

Eu costumo dizer que não basta ser cego para ser consultor…

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Um passeio teórico sobre o meu referencial teórico da minha dissertação de mestrado.

Como foi discutido no grupo do facebook de professores, a postagem anterior trouxe uma áudio-descrição de uma figura simples, porém a omissão de deteminados elementos da imagem proposta comprometeram a compreensão do do  símbolo do átomo de Bário proposto por Dalton minuciosamente desenhou da forma apresentada no trabalho completo apresentado no último ENEQ.

Tal fato poderá causar problemas na compreensão dos alunos cegos, ou mesmo obstaculizar o conhecimento deles. E por conta disso, estamos propondo uma breve discussão sobre os obstáculos epistemológicos de Bachelard.

Em 1938, Gaston Bachelard, um epistemólogo francês discutiu em seu livro “A formação do espírito científico”  a noção de obstáculos epistemológicos à formação do conhecimento. Que é definido da seguinte forma:

E aí mostraremos causas da estagnação e até de regressão, detectaremos causas da inércia às quais daremos o nome de obstáculos epistemológicos. (BACHELARD, 1996)

Os tipos de obstáculos principais estudados por ele são:

  • Experiência primeira;

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Amigos, esse é o primeiro exercício proposto para que possamos dialogar. Espero as participações para que debatamos por aqui.

14192595_219769968426403_7650744772079762188_nProponho um exercício para que possamos começar a nos colocar no lugar dos cegos e sentir a possível dificuldade ao se deparar com determinados tipos de roteiros de áudio-descrição. Esse é um áudio é editado de uma fala sintetizada padrão do tocador MECDAISY, versão 1.0, fornecido pela página do projeto INTERVOX  – NCE – UFRJ, coordenado pelo professor Antonio Borges (criador da plataforma DOSVOX).

A representação do átomo de Dalton, um modelo realista, nada tem a ver com o idealizado pelos antigos, que não possuíam a mesma tecnologia e viviam em uma época, que para Bachelard era classificada como realismo ingênuo, onde se explorava a observação da Natureza usando o pensamento, a geometria e a lógica (da época). Envolviam-se também, nesse tempo, questões religiosas e místicas.

Dalton viveu a realidade da ciência imersa em um realismo mais empírico, onde já se detinha na ciência fenometécnica e eram possíveis as…

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Fonte: Apresentação