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ATENÇÃO! DRIVE DO GRUPO PARA MATERIAL DE ESTUDOS, LIVROS DIDÁTICOS PNLD E TUDO MAIS ATUALIZADO:

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https://www.facebook.com/groups/livrosdequimicaparadownload

Lista de livros do grupo (atualizada no blog 22/10/2017)

https://drive.google.com/file/d/0B-CTaANFQUuQVGFUUDhXX3h6NjA/view



Conheçam também o canal do papai da Isabella: http://www.youtube.com/retrociencia


A Sociedade Brasileira de Química (SBQ) repudia veementemente a proposta de privatização das Universidades Federais, que veio à tona em um recente relatório encomendado ao Banco Mundial. As bases pelas quais tal relatório tenta se suportar contém uma visão simplista e com dados distorcidos da realidade da Educação Superior no Brasil.

A SBQ entende que as Universidades Públicas Brasileiras, e em particular as Universidades Federais, são verdadeiros patrimônios do país, e vetores insubstituíveis de diminuição de desigualdade social. O caráter público e gratuito das Universidades Federais compõe sua base de excelência, e além de possibilitar a universalização do acesso ao ensino superior, é também responsável pela grande maioria do conhecimento científico e tecnológico gerado no Brasil. A SBQ acredita que a receita já bastante conhecida de investimento robusto em Educação, Ciência e Tecnologia é o único caminho para o desenvolvimento econômico e social do país, e corresponde ao fortalecimento da soberania da nação. As Universidades Federais, públicas e gratuitas, são elos indissociáveis dessa corrente.

Aldo José Gorgatti Zarbin
Presidente da SBQ

http://boletim.sbq.org.br/noticias/2017/n3077.php


Museu Nacional - SAE

192 P II LongoPara comemorar o aniversário do último imperador do Brasil, a Seção de Assistência ao Ensino realizará atividades com o público sobre a história da família imperial. Será realizada às 11h, 14h e 16h, a visita educativa intitulada “O Museu já foi Palácio”. Ao longo do dia realizaremos também oficina de máscaras tendo como tema Pedro II e sua família. As atividades ocorrerão no domingo, dia 03/12, no Museu Nacional, que fica aberto de 10h às 17h, na Quinta da Boa Vista. No mesmo dia e local, a partir das 10h, será realizado pelos servidores técnicos-administrativos da UFRJ que estão em greve, um ato contra as reformas trabalhista, previdenciária e por uma universidade pública, gratuita e de qualidade.

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Documento de Trabajo de IBERCIENCIA. Número 4
Publicado con el apoyo de Consejería de Economía y Conocimiento de la Junta de Andalucía.
Esta obra apresenta ideias e argumentos que buscam reconceitualizar ciência e tecnologia, desconstruindo uma ciência neutra, herdada, pronta, infalível e uma tecnologia portadora de bondade e de progresso impregnado de bem-estar duradouro, visto que são construções sociais. Faz isso buscando obras e autores consagrados, sem deixar de recrutar novos autores de diferentes áreas que sejam capazes de trazer luzes para o melhor entendimento da Abordagem CTS.
Foi elaborada ao longo dos anos nas disciplinas do programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Educação, especialmente na linha de pesquisa CTS e Ensino, do CEFET/RJ- Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, no Rio de Janeiro.

Biografia

Alvaro Chrispino é Doutor em Educação, pela UFRJ-Universidade Federal do Rio de Janeiro, Licenciado em Química e Coordenador do programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Educação do CEFET/RJ. É Bolsista de Produtividade em Pesquisa/Educação do CNPq e Lider de Grupo de Pesquisa/CNPq CTS e Educação.

O ocupou diversos cargos públicos no campo da Educação e das Políticas Públicas e possui livros e artigos em educação, CTS e políticas públicas.

Iniciou seus estudos em CTS quando da realização de seu Mestrado em Educação, na UFRJ, em 1992.

Introdução

Os trabalhos – tanto artigos quanto teses e dissertações – que tratam do Enfoque CTS possuem, na sua maioria, um sequencia histórica de fatos e de acontecimentos que pretendem apresentar o que seja este campo do conhecimento para professores, alunos e cidadãos. Porque sua estrutura de apresentação é semelhante e os argumentos repetidos, vivemos um grande dilema na apresentação de um trabalho construído coletivamente com turmas de estudantes dos programas de mestrado e doutorado do CEFET/RJ. Se não nos utilizamos da narrativa padrão, corremos o risco de sermos alijados, visto que não estamos “falando a mesma língua da área”, mesmo que isso busque demonstrar que os caminhos percorridos na produção deste material foram marcados por idas e vindas, na grande arena das ideias e interpretações oriundas de estudantes de mestrado e doutorado que militam em diferentes áreas do conhecimento, sendo que a educação e/ou o ensino são seus pontos de aproximação ou convergência.

Quando iniciamos as primeiras discussões, tínhamos a intenção de organizar ideias e argumentos que permitissem, ao final do conjunto de encontros de cada curso, reconceitualizar ciência e tecnologia tal qual a tradição ensinada nas escolas, desconstruindo uma ciênca herdada, pronta, infalível e uma tecnologia portadora de bondade e de progresso impregnado de bem-estar duradouro.

A primeira preocupação era demonstrar que a Ciência e a Tecnologia são produzidas e mantidas por seres humanos que possuem intencionalidades, interesses, limites, crenças, valores e planos de futuro. Esse conjunto de características se potencializa quando os indivíduos se reúnem em grupos de interesse e organizam os chamados grupos de pesquisa, que buscam ampliar fronteiras do conhecimento e produzir aparatos ou sistemas tecnológicos inovadores. Fica claro que a Ciência e a Tecnologia são produções humanas e, por isso, impregnadas de humanidade em todos os seus matizes era o primeiro objetivo.

Após isso, buscávamos demonstrar que toda ciência e tecnologia produzidas – como produtos construidos socialmente – retornam para a sociedade, impactando-a de diversas formas, quer explícita, quer implicitamente. Alguns destes impactos podem ser benéficos se vistos como solução para um problema atual, mas podem ser portadores de futuro incerto, quando produzem riscos no médio ou longo prazos.

Consideramos também que os textos gerais sobre CTS apontam o surgimento de movimentos sociais que se contrapunham aos impactos danosos dos avanços científicos e tecnológicos e a isso chamaram de Movimento CTS, dando inúmeros exemplos de fatos e personagens.

Da mesma forma, apontam para as ações reflexivas de profissionais da Ciência e da Tecnologia que iniciaram discussões a cerca das consequências deste saber para a Sociedade. De forma geral, essa ação foi chamada didaticamente de Estudos CTS.

As tradições chamadas de americana e européia – as quais agregamos a chamada latino-americana – são o caminho comum da apresentação do Enfoque CTS.

Se considerarmos que CTS defende a construção social da ciência e da tecnologia devemos, por dever de ofício, defender que o próprio CTS é de difícil consenso, visto que cada grupo ou pesquisador, dependendo de sua formação, de seus valores, de suas crenças etc, irá ler e interpretar os mesmos fenômenos de forma singular, identificando grandes eixos comuns, mas impregnando-os com suas particularidades, com suas idiossincrasias. Logo, esperar que tenhamos um único conceito sobre o que seja CTS é uma ingenuidade. Encontramos, sim, alguns consensos e aproximações sucessivas que permitem que a área se comunique e produza conhecimento a fim de contribuir para o amadurecimento das relações ciência, tecnologia e sociedade.

Este trabalho enfrenta as mesmas dificuldades que seus congêneres! Para não se distanciar de seus pares, apresenta temas e debates que são comuns à área, na busca da reconceitualização da ciência e da tecnologia e na apresentação dos impactos que estas causam na sociedade. Faz isso buscando obras e autores consagrados na área, sem deixar de recrutar novos autores de diferentes áreas que sejam capazes de trazer luzes para o melhor entendimento da Abordagem CTS. Esta não é uma obra autoral, mas, sim, de apresentação da área CTS por meio do pensamento de muitos colaboradores. Nossa participação está no risco de reunir autores da área e outros colaboradores de áreas distintas. O risco da inovação e da ampliação de fronteiras é sempre necessário.

Sumário
Introdução
1ª Parte – Conceitos básicos de Enfoque CTS e Educação CTS 9
Capítulo 1 – CTS como campo de estudo em construção
Capítulo 2 – Sobre a Ciência, mas não o que é a Ciência!
2.1. As pesquisas sobre Percepção Públicas da Ciência e da Tecnologia
2.2. A importância do ensino para as percepções sobre a Ciência e a Tecnologia
Capítulo 3 – Sobre a Tecnologia, mas não o que é a Tecnologia! 45
3.1 Sobre a Tecnologia 45
3.2 Diferença entre tecnologia e ciência na atualidade
3.3 Impactos da tecnologia na sociedade
Capítulo 4 – Sobre a Sociedade, mas não o que é a Sociedade!
4.1 Introdução 59
4.2 Desenvolvimento da sociedade: Uma Tipologia geral
4.2.1 Sociedades: Algumas tipologias tecnocientífico
4.3 Como se fosse uma conclusão 70
Capítulo 5 – Sobre as relações Ciência, Tecnologia e Sociedade
5.1 Introdução
5.2 Modelos de interação segundo Habermas/Fourez
5.3 Uma importante discussão sobre CTS e Alfabetização Cientifica e Tecnológica
5.4 Como se fosse uma conclusão
Capítulo 6 – CTS e o ensino
6.1 Introdução
6.2 A Abordagem CTS e o ensino
6.2.1 Enxerto CTS.
6.2.2 Ciência e Tecnologia através de CTS.
6.2.3 CTS puro.
6.3 CTS como disciplina
6.4 Uma modelagem do ensino aprendizagem CTS
6.4.1 A escolha do tema tecnocientífico de impacto social
6.4.2 Enumerando os limites e as vantagens das abordagens CTS
6.5 CTS e as ações didáticas no Brasil
Capítulo 7 – CTS e a técnica da controvérsia controlada
7.1 Da controvérsia CTS original à técnica de controvérsia controlada
7.2 A Técnica da Controvérsia: um aprofundamento teórico
7.3 O uso da Técnica de Controvérsia em CTS
7.4 Casos de controvérsia controlada para estudo
7.5 Como se fosse o fim…
2ª Parte – A visão ampliada das correlações do Enfoque CTS
Capítulo 8 – Modelagem para participação social nas relações CTS: utilizando as ordens de Comte-Sponville.
8.1 Introdução
8.2. Uma modelagem para a participação social sobre sistemas tecnocientíficos
8.2.1. A Ordem tecnocientífica
8.2.2. A Ordem Jurídico-política
8.2.3. A Ordem da Moral
8.2.4. A Ordem Ética ou a Ordem do Amor
8.2.5 Outras contribuições ao modelo de ordens
8.3 Como se fosse conclusão
Capítulo 9 – Sobre as abordagens CTS
9.1 Introdução: As relações entre Ciência, Tecnologia, Sociedade e Política
9.2 As Abordagens CTS: um modelo possível
Capítulo 10 – Sobre as variáveis que implicam nas relações CTS
10.1 Introdução
10.2 Tecnologia e Ideologia
10.3 Esforço de síntese: CTS e as ideologias, mesmo que ocultas
Capítulo 11 – Repercussão social do desenvolvimento científico e tecnológico.
11.1 Introdução
11.2 Os efeitos da relação CTS observados na história
11.3 Os efeitos da relação CTS hoje
11.4 Os efeitos da relação CTS para o futuro
11.5 Os efeitos da relação CTS: esforço de síntese
Referências

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