Para enlouquecer as almas apaixonadas pelas Ciências, pela Física e pela Química
Este vídeo foi feito pelos ALUNOS do Museu da Química Professor Athos da Silveira Ramos (www.museu.iq.ufrj.br) especialmente para a nossa página. Em 3 min e 43 s, cinco ampolas contendo gases nobres rerefeitos, fabricadas na Alemanha entre 1955 e 1965, são submetidas a um potencial de 4.000 V. Materiais fluorescentes e fosforescentes são introduzidos no interior das ampolas para dar um efeito de rara beleza aos olhos de que nunca viu estas imagens. As tomadas forma feitas em uma sala escura, e a melhor visualização é obtida quando você vê este vídeo em ambiente escuro. Vejamos a descrição:
1a AMPOLA: Na verdade, é uma caixa de madeira contendo cinco ampolas de diferentes formatos e materiais fluoresccentes diversos. A primeira delas, à esquerda, teve três tomadas a 3 m, 2 m e 0,8 m de distância. As demais foram filmadas a 0,8 m de distância.
2a AMPOLA: Contém material fosforescente e fluorescente que exibe várias cores brilhantes quando a ampola está em funcionamento.
3a AMPOLA: Contém um sólido impregnado com um material lilás (não se sabe o que é), que emite uma luz vermelha fantasmagórica.
4a AMPOLA: diferentemente das anteriores, preenchidas com argônio, está é preenchida com criptônio. O material fluorescente e a sensação de giro do feixe luminoso dão uma aparência fantasmagórica ao experimento.
5a AMPOLA: Contém duas espiras contendo argônio e um material fluorescente no bulbo direito. Também dá uma sensação fantasmagórica.
Ao final destem vídeo, no silêncio do mesmo, reflita e veja como o icomensuravelmente pequeno em relação ao nosso tamanho é capaz de prodígios maravilhosos, colocando a ciência e o conhecimento ao alcance de todos.
A todos, o muito obrigado e este trabalho segue em frente.
Os alunos e o professor, QAQI UFRJ.
A legislação sobre a homossexualidade no mundo, englobando também os bissexuais, transgêneros, transexuais e travestis varia de acordo com a cultura de cada país. Na atualidade existe uma enorme variedade no alcance das leis afetas à homossexualidade no mundo. Essas diferenças nos direitos relativos à homossexualidade estiveram presentes ao longo da história das civilizações humanas, persistindo até aos tempos atuais. Desde países que criminalizam a homossexualidade com a pena de morte, tais como, a Arábia Saudita, a Mauritânia ou o Iêmen, até aqueles países que já legalizaram o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, como Países Baixos, Espanha ou Canadá.
As principais organizações mundiais de saúde, incluindo muitas de psicologia, não mais consideram a homossexualidade uma doença, distúrbio ou perversão. Desde 1973, a homossexualidade deixou de ser classificada como tal pela Associação Americana de Psiquiatria. Em 1975 a Associação Americana de Psicologia adotou o mesmo procedimento, deixando de considerar a homossexualidade como doença. No Brasil, em 1985, o Conselho Federal de Psicologia deixa de considerar a homossexualidade como um desvio sexual e, em 1999, estabelece regras para a atuação dos psicólogos em relação à questões de orientação sexual, declarando que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão” e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura da homossexualidade. No dia 17 de Maio de 1990 a Assembléia-geral da Organização Mundial de Saúde (sigla OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais, a Classificação internacional de doenças (sigla CID). Por fim, em 1991, a Anistia Internacional passa a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos.
A reversão do entendimento da homossexualidade como uma doença mental para uma orientação sexual menos comum numericamente é certo, mas irreversível e identitária do ponto de vista antropológico, além de alguns estudos que revelam diferenças entre o cérebro de pessoas homossexuais e pessoas heterossexuais, foi crucial para que vários países pudessem rever as leis que puniam a homossexualidade, garantindo assim em alguns casos os mesmos direitos dos casais heterossexuais.
Nesta semana, a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados deu um grande passo em direção à cultura de paz nas escolas, com a aprovação de um projeto de lei que visa prevenir e combater o bullying.
A propositura, de autoria do Senado Federal, acrescenta à Lei de Diretrizes e Bases da Educação um dispositivo que incumbe as escolas de adotarem medidas preventivas, promovendo um ambiente seguro. E vai além: determina que clubes, agremiações e estabelecimentos de convivência coletiva estipulem ações semelhantes na diagnose e no combate a esse tipo de violência. A proposta também estabelece a implementação de um serviço telefônico para denúncias e que cada instituição envolvida constitua uma equipe multidisciplinar para tratar da matéria.
Em 2009, como vereador, elaborei um projeto de lei – sancionado no mesmo ano – que dispunha sobre a inclusão de medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying no projeto pedagógico elaborado pelas escolas públicas do município. Essa ação gerou resultados bastante satisfatórios.
O bullying, prática intencional e repetitiva de violência, física ou psicológica, é um problema universal, muitas vezes banalizado e confundido com brincadeira ou indisciplina. É um ato desumano, empregado para atemorizar, excluir, humilhar e perseguir os outros. É a negação da convivência. A negação da amizade.
Conviver é compreender quem somos, perceber a importância de nos sabermos únicos. Como seres sociais, necessitamos do contato com o outro. E, se não acolhemos a diversidade, fomentamos ainda mais as desigualdades.
A escola é um espaço potencial de convivência. Nela, trabalhamos nossas habilidades e aprendemos a lidar com a riqueza da diversidade. E, quanto mais harmonioso for o ambiente, mais efetivo será o desenvolvimento dos aprendizes. Que o poder público e a sociedade somem esforços para propulsionar, de fato, um novo cenário, em que a paz e a amizade sejam tão naturais quanto verdadeiras.
Assisti ontem e recomendo esse documentário, lindíssimo e emocionante sobre Margaret Mee.
Eu já tinha uma curiosidade e paixão desde meus 14 ou 15 anos pelas bromélias desenhadas por ela, pois tinha um calendário com os desenhos que ela produziu.
Tive uma agenda um pouco mais tarde da Folic que se não me engano eram desenhos de bromélias e orquídeas que eram estampados em suas páginas e capa.
Fui acompanhada de um ex-professor meu da universidade e nós dois saímos encantados e com vontade de explorar mais a vida e obra dessa mulher.
O filme mostra um pouco da vida e coragem de “Miss Margaret”, como era conhecida na Rua Júlio Otoni, por ter possuído uma casa cheia de mitos e mistérios para os que lá eram seus vizinhos em Santa Teresa no Rio de Janeiro, quando estabeleceu amizade com Burle Marx e outros botânicos, tanto do Jardim Botânico daqui do Rio, quanto do Instituto de Botânica de SP, onde trabalhou muitos anos.
Apaixonada pela amazônia, fez 15 expedições.
Não era botânica de formação, era uma artista plástica, reconhecida como tal por sua paixão, dedicação e afinco em detalhar e dar beleza às ilustrações que produziu, sendo utilizadas em várias publicações e livros de sua autoria e dos melhores doutores e autoridades no assunto, da época.
Na Amazônia morou e foi muito corajosa enfrentando perigos e desafios para coletar e pintar seus achados.
Uma de suas obsessões foi pintar a “Flor da Lua”, que só florescia (se abria) à noite, em uma noite específica, no meio da mata amazônica, ou seja, um perigo para uma senhora de mais de 80 anos.
Auditório Rodolpho Paulo Rocco (Quinhentão), no CCS, localizado na Avenida Carlos Chagas Filho, 373, Cidade Universitária.
“Conversei com um deputado federal que assistiu à minha entrevista no Roda Viva, sensibilizou-se com a causa da não-profissão de Cientista, e quer organizar a jato um dia de apresentações, conversas e discussão na Câmara para regulamentar nossa profissão. Tem um mundo pela frente até chegar lá, mas o futuro já começou!!!
Portanto, peço sua atenção, leigos, “cientistas”, jovens ainda-não-oficialmente-cientistas: gostaria de ouvi-los para preparar minha apresentação e pleito pela regulamentação da profissão de cientista para o Congresso!” – Suzana Herculano-Houzel
O debate está sendo organizado pela representação discente do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ a pedido da própria Suzana com o objetivo de esclarecer pontos e colocá-la em contato mais próximo com os principais interessados nisso, nós mesmos!
DIVULGUEM PARA TODOS OS SEUS AMIGOS GRADUANDOS, PÓS-GRADUANDOS E OUTROS POSSÍVEIS INTERESSADOS :D
Nossa navegação estava ficando difícil e o nosso menu muito grande, por isso criamos 1 postagem com todos os nossos amigos e navegações, por isso, peço por gentileza que visitem: Parceiros de sempre