
Como já vi e posso falar sobre o assunto, sabe?
Esqueci completamente que hoje fosse dia 25, por isso acabando, no finalzinho vim a lembrar de postar algo.
Vou confessar que estou já envolvida com a próxima blogagem, a do anti-Tabagismo, mas queria deixar meu protesto por aqui também, mas já havia participado no outro dia de postagens, então me sinto mais à vontade.
Não gosto muito de tocar no assunto, pois mexe muito comigo, e acredito que a mídia dê um enfoque sensacionalista e nos canse demais sobre tal questão, mas as soluções são ineficazes.
À primeira instância tudo parece ser resolvido quando levamos uma denúncia a uma delagacia, mas quando chegam às condenações, são permissivas e leves, e quem comete esse tipo de delito só fica mesmo acoado por um dia vir a ser novamente penalizado, não por ser tratado ou estar curado e os objetos de crueldade dos executores só são transferidos de um foco para outro e a vítima sempre será seu alvo, mesmo que sejam surtos e sejam contidos ao nível da ameaça de denúncias.
Por isso, peço a quem puder, aos mais abastados, aos que têm poder nas mãos que executem programas de fiscalização e reeducação de pais, tutores, professores que façam algo mais efetivo.
Eu realmente não visualizo qual, mas acredito que medicar, tratar os doentes, prender os que matam, fazer uma verdadeira patrulha aos que agridem através de uma fiscalização aos agredidos que muitas vezes não falam por anos, por medo, por pavor, e por domínio completo de quem os agride.
É muito delicado, muito sério e deve ser visto com carinho esse assunto, sob todos os pontos de vista e esferas.
Boa semana!
Profª Cristiana Passinato














