Oi Luciano,
Tudo bem?
Primeiro de tudo, vc avaliou no laboratório o poder redutor do açúcar frente a algum íon metálico, ou seja, vc usou um reativo qualquer eu ele reduziu e formou possivelmente CO2 e o Metal na forma Me(0) como um dos produtos e liberou algum gás, usa-se muito bexigas (bolas de látex) para evidenciar esse desprendimento, mas até pode acontecer uma efervescência na hora.
Também usa-se Ag+, em um reativo, em Bioquímica ou Química biológica utilizamos para fazer espelho de prata uma reação também de redução de açúcares e podem ser feitas várias práticas, bem clássicas e conhecidas por estudantes de graduação e professores de Química, mas a mais visual é a da liberação do CO2 e confinamento até em camisinhas, o que gera uma certa descontração no momento da prática, enfim, é até lúdica.
Sabe aquela historinha do mentex ou aquelas pastilhas mastigáveis que são colocadas dentro de coca-cola ou refrigerante gaseificado e vc vê uma liberação de gás imensa que fazem doideiras com aquilo?
Vou até procurar no Youtube, pois é até lenda, mas não é não, é a própria, é a experiência só que ampliada, ok?
O que acontece tb é a liberação de CO2 nessas reações deslocando o equilíbrio mais ainda pra produção do mesmo gás e dando um volume ainda maior a produção e por isso sendo aquela festa que fazem, de efeitos especiais e outros bichos.
Mas voltando, como você começa os cálculos de qualquer oxi-redução?
Primeiro atribuindo todos os NOX ou averiguando quais elementos variam de NOX, uns se oxidando e outros se reduzindo.
Uma vez visto isso, vc averígua de quanto variou esses elétrons no mesmo elemento, e o que ocorreu em cada um.
Se o agente oxidante variar de x vc irá colocar o número dessa variação como índice estequiométrico do agente redutor e vice-versa, cuidado sempre com a atomicidade (nº de átomos do elemento que variou de estado de oxidação), pois dependendo, vc terá que multiplicar essa variação pela atomicidade e colocar o resultado no lugar do índice, ok?
Depois disso feito, vc tem que voltar ao método clássico de tentativa ajustanto elemento por elemento dos reagentes e dos produtos, respeitando sempre a Lei das mesmas massas de Lavoisier, porque nada se perde, nada se cria, mas tudo se transforma, tá certo?
Espero ter ajudado!
Um abraço,
Cristiana
PS.: Achei tb isso: Os açúcares redutores possuem grupos aldeídos e cetonas livres na cadeia e são chamados redutores por atuarem como agentes redutores,isto é,que sofrem oxidação(doam elétrons).Açúcares não redutores (como a sacarose) possuem esses grupamentos interligados e tormam-se redutores a partir do momento em que sofrem hidrólise(quebra).
Como exemplo, temos a glicose. Esses açucares sao aldoses(possuem grupos aldeídos livres) que ao sofrerem reações de oxi-redução atuam reduzindo outras substancias como a Ag e o íon cuproso. As cetoses( possuem grupos cetonas) nao são açucares redutores.
Pequena pesquisa teórica:
Oxidação e Redução

Objetos de Prata tendem a se oxidar.
Na reação de oxidação ocorre a perda de elétrons, enquanto a reação de redução consiste em ganhar elétrons.
A Oxidação pode ocorrer em três circunstâncias: quando se adiciona oxigênio à substância, quando uma substância perde hidrogênio ou quando a substância perde elétrons. Exemplo: as saladas de frutas tendem a se escurecer quando entram em contato com o ar, isso porque o oxigênio age promovendo a oxidação das frutas. Uma dica para que isso não ocorra é adicionar suco de limão ou laranja, pois a vitamina C presente nas frutas cítricas impede a ação oxidante do oxigênio sobre a salada.
A Redução, por sua vez, é o inverso e ocorre também de três maneiras: quando uma substância perde oxigênio, quando ganha hidrogênio ou quando ganha elétrons. Exemplo: Quando o Óxido de Cobre (negro) é colocado em aparelhagem apropriada (câmara) para que ocorra sua redução o Gás Hidrogênio entra em contato com o Óxido de Cobre super aquecido e, como resultado, ele perde oxigênio e vai aos poucos se tornando rosa, pois está sendo reduzido a Cobre.
Reação de Óxido-redução: Sabe-se que oxidação e redução ocorrem juntas na mesma reação química. Esse fenômeno recebe o nome de Reação redox ou Óxido-redução. Óxido-redução são reações que transferem elétrons entre substâncias fazendo com que o número de oxidação (nox) de uma substância aumente enquanto o nox de outra substância diminui. Esse processo não deve ser confundido com as ligações iônicas que doam elétrons de uma substância a outra e sim como um processo de oxidação de uma substância e a redução de outra. Podemos dizer então que em uma reação a substância que perde elétrons e sofre oxidação é designada agente redutor enquanto a substância que ganha elétrons e sofre redução é designada agente oxidante.
Algumas dessas reações são muito úteis para a indústria. O ferro, por exemplo, é extraído pela combinação do minério de ferro com o monóxido de carbono (CO), num alto-forno. Nessa reação, o minério perde oxigênio para formar o ferro (Fe) e o CO recebe oxigênio para formar o CO2 (dióxido de carbono). A ferrugem é um dos resultados de uma reação redox, na qual o ferro se oxida e forma o óxido de ferro (ferrugem), e o oxigênio do ar é reduzido.
Outro exemplo de reação redox é o da prata em contato com o ar. Os objetos de prata tendem a perder seu aspecto brilhante com o passar do tempo, se tornando embaçados e com coloração escura. Esse fato ocorre porque os átomos de prata da superfície do objeto reagem com outras substâncias, como o oxigênio. Dizemos então que a prata se oxidou, ou seja, passou por uma reação de óxido-redução.
Por Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola
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Fisico-Química – Química – Brasil Escola
Química
Acerto de Equações Redox | Avançado
Publicado em 28/11/2005
Tal como em outras reacções, as reacções de oxidação-redução têm de ser acertadas, o que só é conseguido recorrendo a uma metodologia própria. Existem várias formas de determinar com rigor a reacção que melhor descreve o equilíbrio redox que está a acontecer. Um método possível é o método das semi-reacções de oxidação-redução.
Método das semi-reacções de oxidação-redução:
- Escrever as equações das semi-reacções que correspondem à oxidação e à redução do equilíbrio redox em estudo, tendo o cuidado de representar correctamente as espécies oxidadas e reduzidas;
- Acertar, em cada equação, o número de átomos que sofrem a reacção redox;
- Identificar o meio em que a reacção ocorre:
- Se o meio onde a reacção ocorre é ácido nas semi-equações deve-se acertar os átomos de oxigénio com moléculas de água e de seguida os átomos de hidrogénio com iões H+;
- Se a reacção se der em meio básico acertam-se as semi-equações do mesmo modo que no ponto i). De seguida soma-se igual número de iões HO- a cada membro da equação, tantos quantos os iões de H+ existentes. No lado da semi-equação onde estão presentes os iões H+ estes combinam-se com os iões HO- formando moléculas de água;
- Com o número de electrões conveniente, acertar as cargas das semi-equações de modo aos dois membros possuirem a mesma carga;
- Por forma a que sejam trocados o mesmo número de electrões nas semi-reacções, deve-se nesta etapa multiplicar as semi-equações por um factor multiplicativo que torne este número igual.
- Somar as semi-equações eliminando os electrões e as espécies possíveis, isto é aquelas que apareçam em igual número em lados opostos das semi-reacções.
Química
Acerto de Equações Redox | Avançado
Publicado em 28/11/2005
Exemplo de Acerto de Equações Redox
Considerando a reacção de oxidação-redução em meio ácido, acerte a equação:
Resolução:
- Escrita das semi-reacções de oxidação e de redução:
Semi-reacção de redução: MnO4- → Mn2+ Semi-reacção de oxidação: SO32- → SO42- - Os elementos que alteram o seu estado de oxidação, o Mn e o S, estão certos logo, neste passo, não há aertos a fazer às equações.
- Acerta-se o oxigénio somando moléculas de água no lado da equação onde houver falta de oxigénios e, tendo em conta que o meio onde a reacção ocorre é ácido, acertam-se os hidrogénios adicionando H+:
Semi-reacção de redução: MnO4- → Mn2+ + 4H2O (acerto dos átomos de oxigénio) MnO4- + 8H+ → Mn2+ + 4H2O (acerto dos átomos de hidrogénio) Semi-reacção de oxidação: SO32- + H2O → SO42- (acerto dos átomos de oxigénio) SO32- + H2O → SO42- + 2H+ (acerto dos átomos de hidrogénio) - Procede-se ao acerto das cargas das semi-reacções, adicionando electrões onde houver excesso de cargas positivas:
Semi-reacção de redução: MnO4- + 8H+ + 5e- → Mn2+ + 4H2O Semi-reacção de oxidação: SO32- + H2O → SO42- + 2H+ + 2e- - Nesta etapa é necessário encontrar um factor multiplicativo de forma a que ambas as equações envolvam o mesmo número de electrões:
Semi-reacção de redução: (MnO4- + 8H+ + 5e- → Mn2+ + 4H2O ) × 2 Semi-reacção de oxidação: (SO32- + H2O → SO42- + 2H+ + 2e-) × 5 - Por fim através da soma das duas equações obtém-se a equação global:5SO32- + 2MnO4- + 6H+ → 5SO42- + 2Mn2+ + 3H2O
Reação redox
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Redução (ganho de elétrons) da molécula de FAD.
As reações de redução-oxidação (também conhecido como reação redox) são as reações de transferência de elétrons. Esta transferência se produz entre um conjunto de espécies químicas, um oxidante e um redutor (uma forma reduzida e uma forma oxidada respectivamente).
Para que exista uma reação redox, no sistema deve haver uma espécie que ceda elétrons e outra espécie que as aceite:
- O redutor é aquela espécie química que tende a ceder elétrons de sua estrutura química ao meio, ficando com uma carga positiva maior à que tinha.
- O oxidante é a espécie que tende a captar esses elétrons, ficando com carga positiva menor à que tinha.
Quando uma espécie química redutora cede elétrons ao meio se converte em uma espécie oxidada, e a relação que guarda com seu precursor fica estabelecida mediante o que se chama um par redox. Analogamente, se diz que quando uma espécie capta elétrons do meio se converte em uma espécie reduzida, e igualmente forma um par redox com seu precursor reduzido.
Índice[esconder] |
Princípio de Eletroneutralidade
Dentro de uma reação global redox, se dá uma série de reações particulares às quais são chamadas semireações ou reações parciais.
ou mais comumente,
- 2 NaCl → 2 Nao + Cl2o
A tendência a reduzir ou oxidar a outras espécies se quantifica pelo potencial de redução, também chamado potencial redox.
Uma titulação redox, é uma na que um indicador químico indica a alteração câmbio na porcentagem da reação redox mediante a virada de cor entre o oxidante e o redutor.
Oxidação
Em cada oxidação há uma perda de elétrons, o que equivale a dizer que um elemento aumentou seu número de oxidação.
Redução
Em toda redução há um ganho total de elétrons, o que significa que um elemento diminui seu número de oxidação.
- Na+ + e– → Nao
Números de oxidação
A quantificação de uma espécie pode ser realizada mediante o número de oxidação da espécie. Durante o processo de oxidação o número de oxidação da espécie que se oxida, aumenta. Por outro lado, durante a redução, o número de oxidação da espécie que se reduz, diminui. O número de oxidação é um número inteiro que representa o número de elétrons que um átomo põe em jogo quando forma um composto determinado.
O número de oxidação:
- Aumenta se o átomo perde elétrons (a espécie que se oxida), ou os compartilha com um átomo que tenha tendência a captá-los.
- Diminui quando o átomo ganha elétrons (a espécie que se reduz), ou os compartilha com um átomo que tenha tendêencia a cedê-los.
- É nulo se o elemento é neutro ou está sem combinar.
Aplicação
Porção de metal oxidado (corroído)
Em biologia molecular, os processos redox têm uma grande importância, já que estão involucrados na cadeia de reações químicas da fotossíntese e da respiração (a nível molecular), dois processos fundamentais para a vida dos organismos superiores.
Na indústria, os processos redox também são muito importantes, tanto por seu uso produtivo (por exemplo a redução de minerais para a obtenção do alumínio ou do ferro) como por seu prevenção (por exemplo na corrosão).
A reação inversa da reação redox (que produz energia) é a eletrólise, na qual se aporta energia para dissociar elementos de suas moléculas.
Ver também
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| 1. Objetivos – conhecer e identificar o poder redutor de alguns açúcares.
2. Princípios teóricos Se observamos com mais atenção as moléculas apresntadas no texto “Introdução aos carboidratos“, veremos que alguns carboidratos possuem um grupamento -OH (hidroxila) livre no carbono 1 de suas moléculas, enquanto outros não.
Observa-se que os açúcares que apresentam a hidroxila livre no C-1 são bons agentes redutores. Por esse motivo a extremidade que contém o -OH passa a ser chamada extremidade redutora e o açúcar, de AÇÚCAR REDUTOR. A capacidade que esses compostos apresentam de reduzir íons metálicos em soluções alcalinas é um bom método de identificação desses compostos. |
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* OBS: a reação é feita em meio básico porque, nessa condição, a porcentagem de enedióis é maior.
Nessa reação , o aparecimento de um precipitado de coloração vermelho-tijolo indica que os íons Cu2+ do reagente de Benedict foram reduzidos a Cu+, indicando a presença de um açúcar redutor.
3. Procedimento Experimental
3.1. Material
| a) Reagentes e soluções
– solução de amido 1% * |
b) Vidraria e instrumental - 05 tubos de ensaio - conta-gotas ou pipeta Pasteur - pipetas de 1 e 2 mL
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* Como o amido é de difícil dissolução, preparar a solução da seguinte maneira: misturar 1 g de amido com 10 ml de água. Derramar a pasta em um recipiente que contenha 100 ml de água fervente. Cessar a ebulição e deixar esfriar e sedimentar. Separar a parte sobrenadante (sem grumos) por decantação. A solução ganha maior estabilidade se for adicionada de 1g de ácido salicílico (1%).
** Preparo do reativo de Benedict: inicialmente, devem ser preparadas duas soluções, em separado, a saber:
Solução A
| – 173g de citrato de sódio (Na3C6H5O7.2H2O)*** - 90g de carbonato de sódio (Na2CO3) - 600 ml de água destilada quente (~80ºC) |
*** O íon Cu2+ também reage com o meio alcalino, segundo o esquema abaixo:
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Para evitar que essa reação aconteça, mascarando o teste para açúcares redutores, é adicionado o citrato de sódio, que mantém o Cu2+ em solução, através da formação de um complexo.
Solução B
– solução 17,3% de sulfato de cobre (CuSO4) em água destilada. Dissolver por agitação.
Para preparar o regente de Benedict, coloque a solução A em um balão volumétrico de 1000ml; em seguida, adicione a solução B sob agitação constante e complete o volume com água destilada.
3.2. Procedimento
Parte I
1. Não esquecendo de identificar, prepare a seguinte bateria de tubos:
(1) 1 ml da solução de amido
(2) 1 ml da solução de sacarose
(3) 1 mL da solução de glicose
(4) 1 ml da solução de frutose
(5) 1 ml de água destilada
2. a cada um dos tubos adicionar 2 ml do reativo de Benedict;
3. aquecer em banho-maria fervente durante 5 minutos;
4. após esfriar, observar e descrever os resultados.
O aparecimento de um precipitado de coloração vermelho-tijolo indica que os íons Cu2+ do reagente de Benedict foram reduzidos a Cu+, indicando presença de açúcar redutor.
| Parte II
1. Transfira para o tubo de ensaio 1 ml da solução de sacarose 1%; |
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O desenvolvimento de um precipitado de coloração vermelho-tijolo indica que os íons Cu2+ do reagente de Benedict foram reduzidos a Cu+, indicando presença de açúcar redutor.
http://www.fcfar.unesp.br/alimentos/bioquimica/praticas_ch/benedict.htm
Textos em anexo de word, pra vc baixar, abrir e ler:










































Td bem, Luciano, obrigada, volte sempre, será sempre bem recebido!
Beijos,
Profª Cristiana
ola professora tb com vc saudades ,,,ate logo.
As reações das pilhas, baterias, os pregos “enferrujados”, bombril oxidado, etc…
Procure do que é cada artefato e qual a reações envolvidas, se não conseguir me diga e venha discutir conosco, ok?
Um abraço
EXEMPLOS DE BALANCEAMENTO POR OXI-REDUÇÃO NO DIA DIA
Outra dica, é acessar os materis (vide aba acima de navegação) e procure a página de HD´s virtuais, lá tem material de bioquímica à disposição, em livros, onde vcs poderão encontrar muitas reações das que necessitam no curso, acredito que seja outra boa dica e caminho pra que consigam realizar a confecção te tais relatórios técnicos dos labs propostos nas disciplinas práticas de bioquímica, ou química biológica.
Boa sorte e bom trabalho,
Um abraço,
Cristiana
Oi Fábio, como disse ao seu colega, posso e tenho material pra remeter e ajudá-los, sim, e já estou fazendo através do e-mail, só que gosto de postar o que propõem na forma de post pra outros estudantes poderem tb aproveitar e fico na pendência desse assunto, pois demanda de uma dedicação maior para elaborar e triar o que responder exatamente, mas acredito que o que esteja te mandando já vá te ajudar muito, ok?
Um abraço,
Cristiana
Olá Prof. Cristina
Tudo bem ??
Sou do grupo do luciano valerio, e assim, o que mais precisamos saber, é sobre as reações que ocorrem, no caso do nosso experimento para a determinação de açucares redutores no mel usamos o método Lane-eynon, usando as soluções de fehling A e B. A solução “A” era uma solução de Sulfato de Cobre e a solução “B” uma mistura de Tartarato de Sódio e Potássio com Hidróxido de Sódio. Em seguida padronizamos as soluções simultâneamente com uma solução padrão de glicose. O procedimento segue embaixo para ficar mais fácil !!!
Solução de Fehling A:
Dissolver 34,639 g de sulfato de cobre pentahidratado
(CuSO4.5H2O) p.a. em água e diluir a 1000mL em balão volumétrico;
Solução de Fehling B:
Dissolver 173 g de tartarato duplo de sódio e potássio
(C4H4NaO6.4H2O) p.a. (sal de Rochelle) e 125g de hidróxido de sódio (NaOH) p.a. em água. Diluir a 1000mL em balão volumétrico;
Solução Padrão de Glicose (C6H12O6):
Pesar exatamente cerca de 0,5 g de glicose p.a., previamente seca em estufa a 70ºC durante 1 hora. Transferir para balão volumétrico de 100mL com auxílio de água, dissolver e completar o volume. A solução padrão de glicose para titular a solução de Fehling deve ser recentemente preparada (o final da titulação será em torno de 10mL de glicose).
Determinação do Título da Solução de Fehling:
Colocar na bureta a solução padrão. Transferir com pipeta
volumétrica 10mL de cada uma das soluções de Fehling A e B para erlenmeyer de 250mL. Adicionar 40mL de água e aquecer até ebulição. Gotejar a solução padrão, sem agitação, até quase o final da titulação. Manter em ebulição. Adicionar 1 gota de solução de azul de metileno a 1% e completar a titulação até descoramento do indicador. A titulação deve ser feita sob ebulição e não pode ultrapassar 3 minutos.
Depois da padronização das soluções, partimos para a análise do mel.
3. Procedimento
Pesar 5 g de amostra homogeneizada em béquer de 250mL. Adicionar 50mL de água quente e homogeneizar com bastão de vidro. Transferir para balão volumétrico de 250mL. 10mL de solução de ferrocianeto de potássio a 15% e 10 mL de solução de sulfato ou acetato de zinco a 30%. Agitar bem e completar o volume. Deixar sedimentar por 15 minutos. Filtrar em papel de filtro seco para erlenmeyer.
Colocar na bureta 25mL do filtrado obtido. Pipetar
volumetricamente 10mL de solução de Fehling A e 10mL da solução de Fehling B para erlenmeyer de 250mL. Adicionar 40mL de água. Aquecer até ebulição e gotejar a solução da amostra até o líquido sobrenadante ficar levemente azulado. Mantendo a ebulição, adicionar 1 gota de solução de azul de metileno a 1% e continuar a titulação sob ebulição, até descoloração do indicador. Esta titulação
não deverá ultrapassar 3 minutos, manter em ebulição durante toda a titulação.
O que precisamos saber é as reações que acontecem, tanto na padronizaçaõ das soluções de Fehling quanto na análise do mel, se possível !!!
Obrigado !!!!
Oi querido, no mel tem glicose que é o principal açúcar que temos para trabalhar, qualquer açúcar terá os mesmos grupos funcionais e poder redutor, só aumentando e diminuindo a cada caso por conta das características de cada estrutura específica, mas a atuação dele é a mesma e a característica de reduzir espécies iônicas de metais à metal zero é a mesma, até onde sei.
Só que o mel deve ser o melhor, pq é pura glicose, :)
Vc faz as redox só a partir do momento que sabe as variações de elétrons entre os agentes oxidantes e espécies oxidadas e agentes redutores e espécies reduzidas, vendo essas variações vc consegue balancear voltando à tentativas, veja a pequena pesquisa teórica que fiz que elucidará suas dúvidas certamente seguindo os passos da metodologia do equilíbrio redox passo-a-passo.
O que vc tá me falando é que vocês têm a concentração e a medida que fizeram no lab. Você teria a marcha (procedimento) de vocês, e poderiam me remeter pelo e-mail para que eu possa ajudá-los mais específicamente?
O e-mail para atendimento on line é o atendimento@pesquisasdequimica.com
Estou no aguardo, ok?
Um abraço,
Cristiana
nosso grupo analisou o açucar redutor no mel se isso ajudar em alguma coisa eu te agradeço
sou muito grato mesmo pela a ajuda, professora então eu tenho que fazer o balanceamento pra saber qual rex qual oxida é isso? outa eu tenho todos os valores recolhidos em laboratorio, pra eu começar os calculos tenho que começar pelo conçentração conhecida até chegar na porcentagen% que preciso de açucar redutor que preciso , so para informação o meu professor não sabe muitosobre o asunto por isso preciso de ajudar e te agradeço desde já obrigado mesmo